Eleição na Febraban
Na quinta-feira, dia 9 de novembro, Milton Maluhy Filho, atual CEO do Itaú Unibanco (ITUB4), foi escolhido como o novo presidente do Conselho Diretor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A eleição ocorreu em uma chapa única, e o mandato de Maluhy se estenderá até março de 2029.
Sucessão de Trabuco
Milton Maluhy assume o cargo em substituição a Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do conselho de administração do Bradesco (BBDC4), que ocupou o posto por um período que teve início em março de 2024. A transição já era esperada pelo mercado, já que a Febraban havia anunciado anteriormente, em março, a intenção de convocar uma assembleia para eleger os conselheiros e as instituições financeiras que formariam as instâncias de governança para o triênio de 2026 a 2029. Durante essa comunicação, a federação também indicou a formação de uma chapa única para a sucessão.
Rodízio entre Bancos
A mudança na liderança do conselho da Febraban segue o rodízio tradicional entre as principais instituições bancárias privadas do país. O cargo de presidente do conselho foi anteriormente ocupado por Trabuco, que assumiu em 13 de março de 2024, substituindo Octavio de Lazari Junior.
Compromissos de Maluhy
Em declaração, Maluhy expressou que a presidência do colegiado representa uma oportunidade para contribuir com uma "agenda essencial de crescimento do país". Ele ressaltou a importância da responsabilidade, da ética e da solidez do sistema financeiro. A nova gestão, segundo o executivo, priorizará a ampliação da colaboração entre instituições financeiras, reguladores e o ecossistema financeiro mais amplo. O objetivo é preservar a robustez do sistema enquanto o setor avança em suas transformações.
Legado de Trabuco
Ao deixar seu cargo, Trabuco destacou como um dos principais legados de sua gestão o fortalecimento do diálogo entre os bancos e as diversas entidades da indústria financeira. Ele enfatizou a relevância da solidez do setor bancário como um ativo importante para a economia brasileira, sublinhando a necessidade de preservação diante dos desafios que se avizinham para os próximos anos.
Fonte: www.moneytimes.com.br


