Pague Menos (PGMN3) registra crescimento de 325,6% no lucro do 1T26; confira os principais destaques do balanço.

Pague Menos (PGMN3) registra crescimento de 325,6% no lucro do 1T26; confira os principais destaques do balanço.

by Ricardo Almeida
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Lucros da Pague Menos no Primeiro Trimestre de 2026

A rede de farmácias Pague Menos reportou um lucro líquido ajustado de R$ 55,6 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), representando um crescimento de 325,6% em comparação aos R$ 13,1 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. Esta informação foi divulgada por meio de um relatório de resultados na segunda-feira, dia 4.

Ebitda e Margem Ebitda

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado teve um aumento de 36,1%, alcançando R$ 204,7 milhões. A margem Ebitda ajustada foi de 4,9%, com um crescimento de 0,8 ponto percentual em relação ao ano anterior.

De acordo com Luiz Novais, Vice-Presidente Financeiro, de Relações com Investidores e Fusões e Aquisições da Pague Menos, “Este é o sétimo trimestre consecutivo em que registramos crescimento de Ebitda superior a 30%. O que reforça a consistência da nossa evolução operacional.”

Receita Bruta e Expansão de Lojas

A receita bruta da Pague Menos no período de janeiro a março totalizou R$ 4,14 bilhões, representando um aumento de 14,4% em comparação ao mesmo período de 2025.

No primeiro trimestre de 2026, a companhia implementou uma abertura e duas fechamentos de lojas, totalizando 1.688 pontos de venda ao final do trimestre.

A Pague Menos destacou que, “Apesar do reduzido ritmo de aberturas no primeiro trimestre, a companhia conta com um relevante pipeline de lojas em diferentes estágios de implantação, o que deve sustentar uma aceleração gradual do ritmo de expansão orgânica.”

Desempenho Geral e Alavancagem Financeira

A companhia alcançou um crescimento total de 14,4% no 1T26, com um aumento de 13% no conceito de mesmas lojas. De acordo com o balanço, lojas maduras apresentaram um crescimento de 12,8%, índice que é mais de três vezes a inflação do período.

Em relação à desaceleração observada em relação ao trimestre anterior, a Pague Menos esclareceu que “A desaceleração em relação ao trimestre anterior é explicada principalmente por bases de comparação progressivamente mais fortes, evidenciado pelo expressivo crescimento mesmas lojas de 45% acumulado em três anos, similar aos 47% observados no 4T25.”

A companhia conseguiu reduzir sua alavancagem financeira para 1,9 vezes a relação dívida líquida sobre o Ebitda no 1T26, apresentando uma queda de 0,9 vez em comparação ao mesmo período do ano anterior.

A evolução neste aspecto, segundo a Pague Menos, reflete uma combinação de crescimento operacional e disciplina financeira, resultando em uma melhoria contínua no perfil da dívida.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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