Desempenho das Ações da Petrobras
A Petrobras (PETR3; PETR4) lidera as perdas do Ibovespa (IBOV) nesta terça-feira, 14 de outubro, acompanhando a queda nos contratos futuros do petróleo Brent para junho. Em seu menor valor, a ação PETR3 registrou uma diminuição de 5,11%, chegando a R$ 52,15.
Os contratos de Brent, negociados na Intercontinental Exchange (ICE), localizada em Londres, apresentaram uma redução de 4,54%, cotados a US$ 94,85, em meio a um alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Por volta das 15h03, conforme o horário de Brasília, a ação PETR3 enfrentava uma queda de 4,84%, cotada a R$ 52,30, sendo a maior perda do índice até o momento. A ação PETR4 também apresentou um desempenho negativo, com uma queda de 3,90%, alcançando R$ 47,84.
As ações preferenciais da Petrobras se destacam como as mais negociadas na bolsa, registrando um total de 59,8 mil negócios e um volume de capital que atinge R$ 1,98 bilhão.
No dia anterior, 13 de outubro, a Petrobras apresentava um valor de mercado de R$ 680,1 bilhões. Entretanto, com o movimento negativo de hoje, a estatal viu sua capitalização de mercado reduzir em R$ 30,3 bilhões, totalizando R$ 649,7 bilhões.
Avaliação das Ações da Petrobras
A Petrobras permanece como uma das principais recomendações da XP Investimentos, mesmo após uma valorização significativa de cerca de 60% nas ações em 2026.
Segundo a análise realizada pela corretora, a ação ganhou maior atratividade quando se considera a mudança no cenário do petróleo, especialmente em virtude da crise no Irã, além da resiliência observada na geração de caixa, apesar das políticas de preços praticadas no mercado interno.
A XP Investimentos estima que os subsídios governamentais, que totalizam aproximadamente R$ 1,12 por litro, adicionem cerca de US$ 6,5 bilhões ao fluxo de caixa livre para a empresa (FCFE), o que eleva a geração total para aproximadamente US$ 20,7 bilhões em um cenário onde o barril do Brent esteja cotado a US$ 100.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fonte: www.moneytimes.com.br

