Previdência do Amapá Investiu R$ 400 Milhões no Master e Passou a Ser Alvo da PF

Investimento da Amapá Previdência em Banco Master

Em uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira, dia 6, a Amapá Previdência, também conhecida como Amprev, tornou-se alvo de investigações devido ao investimento de R$ 400 milhões em ativos do Banco Master. Este volume demonstra a relevância da previdência estadual no contexto financeiro.

Participações de Outros Fundos

Entre diversos fundos de estados e municípios que aplicaram recursos nos ativos do Banco Master, o fundo do Amapá se destaca, figurando em segundo lugar, apenas atrás do Rioprevidência, que investiu R$ 970 milhões. É importante salientar que o Rioprevidência também é alvo de investigação pela PF no presente mês.

Mandados de Busca e Apreensão

Como parte da operação denominada Zona Cinzenta, os investigadores da PF realizaram o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão na capital do Amapá, Macapá. Essa ação foi autorizada pela 4ª Vara de Justiça Federal.

Alvos da Investigação

De acordo com informações obtidas pela CNN, os alvos da investigação incluem o diretor-presidente da Amapá Previdência, Jocildo Silva Lemos, juntamente a dois membros do comitê de investimento da Amprev. As investigações sugerem que essas três pessoas foram responsáveis pelas aprovações para investimento em letras financeiras (LFs) do Banco Master.

Crimes Investigados

Os crimes sob investigação incluem gestão temerária e gestão fraudulenta, indicando uma preocupação com a administração dos recursos públicos.

Estados e Municípios com Investimentos no Banco Master

Abaixo, segue uma lista dos estados e municípios que também realizaram investimentos significativos no Banco Master.

  • Estado do Rio de Janeiro (RJ): R$ 970 milhões
  • Estado do Amapá (AP): R$ 400 milhões
  • Estado do Amazonas (AM): R$ 50 milhões
  • Aparecida de Goiânia (GO): R$ 40 milhões
  • Araras (SP): R$ 29 milhões
  • Cajamar (SP): R$ 87 milhões
  • Campo Grande (MS): R$ 1,2 milhão
  • Congonhas (MG): R$ 14 milhões
  • Fátima do Sul (MS): R$ 7 milhões
  • Jateí (MS): R$ 2,5 milhões
  • Maceió (AL): R$ 97 milhões
  • Paulista (PE): R$ 3 milhões
  • Angélica (MS): R$ 2 milhões
  • Santa Rita D’Oeste (SP): R$ 2 milhões
  • Santo Antônio de Posse (SP): R$ 7 milhões
  • São Gabriel do Oeste (MS): R$ 3 milhões
  • São Roque (SP): R$ 93,15 milhões

Este cenário reflete um engajamento significativo dos estados e municípios em relação ao Banco Master, assim como a necessidade de transparência e a responsabilidade na gestão dos recursos públicos.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

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