Resultados Financeiros da Prio
A Prio (PRIO3) reportou um prejuízo líquido de US$ 185,4 milhões no quarto trimestre, resultando numa reversão em comparação ao lucro de US$ 1,07 bilhão registrado no mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano passado, a empresa teve um lucro de US$ 381,7 milhões, o que representa uma diminuição de 78% em relação ao ano anterior.
Fatores que Impactaram os Resultados
De acordo com a petroleira, os resultados foram afetados principalmente por um aumento na linha de depreciação e amortização. Além disso, houve um ajuste na base tributável, decorrente da valorização do real frente ao dólar durante o período, o que impactou o valor dos ativos imobilizados e intangíveis apresentados.
Receita Líquida
A receita líquida da companhia atingiu US$ 586,1 milhões no quarto trimestre de 2025, apresentando uma alta de 20%. “No trimestre, a companhia registrou uma receita total de US$ 642 milhões, 20% acima do valor registrado no quarto trimestre de 2024”, informou a Prio em seu comunicado sobre os resultados.
Crescimento em Vendas e Produção
A Prio observou que, mesmo com uma retração de 15% no preço médio do Brent, o crescimento ocorreu devido ao aumento de 46% na produção e de 49% nas vendas, comparando-se ao mesmo trimestre do ano anterior.
Contribuição dos Campos de Produção
Os campos de produção da Prio contribuíram significativamente para a receita total. O campo de Peregrino foi responsável por 42,8% da receita global da empresa. O campo de Frade representou 28,4% da receita, enquanto o campo de Albacora Leste respondeu por 16,0%. O cluster de Polvo e TBMT colaborou com 12,9% da receita total.
Desempenho do Ebitda e Custos de Produção
O Ebitda da Prio aumentou 7%, alcançando US$ 324,2 milhões, com uma margem de 55%. Contudo, essa margem apresentou uma queda de 7 pontos percentuais em relação ao período anterior. O lifting cost teve uma redução de 28%, situando-se em US$ 12,5 por barril no quarto trimestre, quando comparado ao terceiro trimestre. Essa diminuição indicou uma melhora operacional na companhia.
Fonte: www.moneytimes.com.br


