Atualização sobre a Rio Tinto
A mineradora Rio Tinto (LSE: RIO) anunciou na última segunda-feira, dia 30, a retomada das operações em três dos seus quatro terminais de exportação de minério de ferro na região de Pilbara, localizada na Austrália Ocidental. Essa recuperação ocorreu após as atividades terem sido interrompidas pelo ciclone tropical Narelle. Apesar das dificuldades enfrentadas, a empresa manteve sua previsão de embarques anuais.
Impactos do Ciclone Narelle
O ciclone provocou intensas chuvas e cortes de energia em diversas áreas da costa nordeste da Austrália no início deste mês. Como resultado, a Rio Tinto foi obrigada a suspender temporariamente as operações em duas de suas minas de bauxita. Outras companhias do setor também sofreram interrupções, destacando-se a South32, que interrompeu as atividades na mina de manganês Gemco, que é coparticipada com a Anglo American.
Atividades em Pilbara
Na semana anterior, o tufão Narelle atingiu a costa noroeste da Austrália, levando ao fechamento de vários portos situados na região de Pilbara, uma das áreas mais significativas na produção de minério de ferro globalmente. A Rio Tinto, que figura como a maior produtora mundial desse recurso, informou que, a partir do dia 28 de março, a carga de navios em três de seus terminais em Pilbara foi restabelecida, após um fechamento que durou desde o dia 24 de março.
Perspectivas da Empresa
Quanto ao quarto terminal, Cape Lambert A, que ainda passa por reparos, a Rio Tinto declarou que as operações de carregamento devem ser reiniciadas “nos próximos dias”. O impacto negativo dos ciclones tropicais que atingiram a região nos meses de fevereiro e março é significativo, com estimativas indicando uma redução nos embarques de minério de ferro em aproximadamente oito milhões de toneladas métricas. Apesar disso, a empresa afirmou que já “identificou um caminho para recuperar cerca de metade dessas perdas”.
É importante notar que, mesmo diante dessa interrupção, a Rio Tinto decidiu manter sua previsão de embarques de minério de ferro na região de Pilbara para 2026, com expectativas que variam entre 323 milhões e 338 milhões de toneladas.
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Fonte: br.-.com