Vittia Anuncia Programa de Recompra de Ações
Uma das small caps listadas na bolsa brasileira (B3), a Vittia (VITT3), comunicou na terça-feira (9) que concluiu seu quinto programa de recompra de ações. A empresa adquiriu, a preço de mercado, um total de 4,5 milhões de papéis ordinários, representando 2,8% do capital social da companhia.
Cancelamento de Ações em Tesouraria
Dentre as ações compradas, o conselho de administração da Vittia decidiu aprovar o cancelamento de 4.455.436 ações mantidas em tesouraria. Importante ressaltar que não houve redução do capital social da empresa, que permanece em R$ 618 milhões.
Além disso, com a conclusão dessa operação, a Vittia programou a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) futura. O objetivo dessa assembleia será adequar o estatuto social da companhia ao novo número de papéis em circulação, refletindo as mudanças decorrentes da recompra.
Novo Programa de Recompra de Ações
Em paralelo, o colegiado da empresa aprovou a criação de um sexto programa de recompra de ações. Este programa permitirá à companhia adquirir até 4,5 milhões de papéis ordinários adicionais ao longo dos próximos 12 meses.
O número previsto para recompra no novo programa corresponde a aproximadamente 2,8% do total de ações emitidas pela empresa. Esse volume representa também cerca de 9,4% das unidades que atualmente estão em circulação no mercado.
Objetivo da Recompra
De acordo com a Vittia, a recompra das unidades visa maximizar a geração de valor para seus acionistas. A companhia destaca que as ações recompradas poderão ser mantidas em tesouraria, canceladas ou posteriormente vendidas. Além disso, a empresa pontuou que a medida pode ser utilizada em planos de remuneração que sejam baseados em ações, em futuras fusões e aquisições (M&A) ou em outras transações corporativas relevantes.
Intermediação das Recompras
Para a realização das operações de recompra, a Vittia informou que poderá contar com a intermediação de corretoras renomadas do mercado, entre elas BTG Pactual, XP Investimentos, Itaú, Bradesco, Santander e Citigroup.
Fonte: www.moneytimes.com.br