Tráfego no Estreito de Hormuz e Perspectivas de Normalização
Expectativas do Irã e Previsões de Traders
O Irã acredita que pode restabelecer o tráfego no Estreito de Hormuz, devolvendo-o ao seu status anterior à guerra, dentro de um período de apenas um mês após um acordo de paz com os Estados Unidos. No entanto, traders na plataforma de mercado preditivo Kalshi demonstram um ceticismo considerável a esse respeito.
De acordo com as análises dos traders, a probabilidade de que o fluxo de embarcações pelo estreito retorne ao normal até 1º de julho é de apenas 38%. O critério definido para "fluxos normais" refere-se à média móvel de sete dias do tráfego no estreito, que deve ultrapassar 60, de acordo com dados fornecidos pelo IMF PortWatch.
Essa expectativa é superior à probabilidade de aproximadamente 32% que os traders atribuíram a essa recuperação antes da divulgação das novas informações, na quarta-feira.
Informações sobre Acordo entre Irã e EUA
A agência Reuters fez referência à televisão estatal iraniana, que informou ter acesso a um rascunho de um memorando de entendimento com os Estados Unidos, onde os detalhes foram revelados. Em contrapartida, a Casa Branca negou a existência de qualquer acordo formal com o Irã.
Confiança em Retorno dos Fluxos até Agosto
Os traders demonstram maior confiança na possibilidade de que o tráfego pelo estreito retorne a uma situação normal até 1º de agosto, alocando a essa opção uma probabilidade de 60%. Essa estimativa é superior à equidade de 50% anteriormente registrada antes das novas informações circularem.
Entretanto, todos esses números estão abaixo das expectativas demonstradas pelos traders durante o fim de semana, quando havia sinais que sugeriam um possível anúncio iminente de um acordo entre os dois países. Naquele momento, a chance de que o tráfego no estreito voltasse ao normal até julho chegou a até 50%.
Nota sobre a Relacionamento Comercial entre CNBC e Kalshi
É importante mencionar que a CNBC e a Kalshi mantêm uma relação comercial que abrange a aquisição de clientes e um investimento minoritário.
Fonte: www.cnbc.com


