Trump enfrenta a grande indústria do petróleo.

O que você precisa saber hoje

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou sua atenção para as maiores empresas de energia do mundo. Em publicações feitas no Truth Social nesta manhã, ele mudou o foco de seus comentários sobre os resultados das primárias para criticar os preços praticados no combustível. Trump afirmou: “As grandes empresas de óleo não estão reduzindo seus preços nos postos de combustíveis de forma compatível com a queda acentuada dos preços que estão pagando pelo petróleo. Esses preços estão caindo rapidamente! Em outras palavras, os consumidores estão sendo ‘explorados’. Eu instruí o Departamento de Justiça a começar a investigar isso imediatamente. Os preços da gasolina precisam cair muito mais rapidamente do que estou vendo! Presidente DJT”.

Os preços do petróleo bruto estão em queda nas negociações iniciais, com o WTI e o Brent sob pressão. Embora ambos os benchmarks tenham recuado em relação aos altos valores provocados pela crise no Irã, os preços do petróleo ainda estão muito acima dos níveis pré-guerra.

Mercados mais amplos

No setor mais amplo dos mercados, o índice Kospi da Coreia do Sul está liderando uma recuperação entre as ações de tecnologia, com as ações da Samsung e da SK Hynix apresentando alta acentuada. Essa recuperação se seguiu a uma sessão difícil em Wall Street na terça-feira, quando as ações de tecnologia ampliaram uma onda de vendas que havia começado na Ásia um dia antes.

O Nasdaq Composite caiu 2,2%, enquanto o Philadelphia Semiconductor Index teve uma forte queda à medida que os investidores liquidaram ações de fabricantes de chips e de empresas ligadas à inteligência artificial. A fabricante de chips de memória Micron Technology e a Sandisk caíram 13%, enquanto Intel, Advanced Micro Devices e Qualcomm perderam mais de 5% cada uma.

Os mercados privados ainda enfrentam pressão. Em um comunicado na terça-feira, o Morgan Stanley revelou que limitou resgates em seu fundo de crédito privado de US$ 7 bilhões após retiradas que ultrapassaram 11%. Essa movimentação acrescenta incertezas ao longo da semana.

No noticiário político, o Financial Times informou que é improvável que a Chanceler do Reino Unido, Rachel Reeves, mantenha seu cargo em um novo governo trabalhista. O Primeiro-Ministro em potencial, Andy Burnham, enfrenta crescentes exigências por mais clareza entre investidores e economistas em relação à sua agenda econômica.

E por fim…

A Meta está desenvolvendo um aplicativo de mercados de previsão. Essas ações caíram em resposta

O CEO da Meta Platforms, Mark Zuckerberg, orientou sua equipe a criar uma plataforma de mercados de previsão, conforme confirmou uma pessoa familiarizada com os planos da empresa que solicitou para não ser identificada. O New York Times foi o primeiro a relatar o desenvolvimento na terça-feira.

A pessoal que possui conhecimento sobre o assunto, mas não está autorizada a falar oficialmente sobre os planos da empresa, também confirmou à CNBC que o aplicativo de mercados de previsão não usará dinheiro real para negociação na plataforma, em contraste com outros mercados de previsão onde os negociantes usam dinheiro para especular sobre eventos futuros.

Segundo a reportagem do Times, o aplicativo da Meta dependerá de um sistema de pontos estilo videogame, mas dinheiro pode ser utilizado na aplicação no futuro.

Fonte: www.cnbc.com

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