Crítica de Lula ao Uso das Redes Sociais por Trump
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fez uma crítica ao estilo de governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que se caracteriza pelo extenso uso das redes sociais. Durante seu primeiro mandato, Trump utilizava o Twitter, plataforma que passou a se chamar X após ser adquirida pelo empresário Elon Musk, para fazer anúncios e comentários diversos. Após ser banido do Twitter, ele começou a usar a Truth Social, sua própria rede social.
Discurso em Rio Grande
As declarações de Lula ocorreram enquanto ele discursava em um evento na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, onde estava entregando unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. O presidente brasileiro aproveitou a oportunidade para criticar o uso excessivo de celulares, algo que ele menciona frequentemente em seus discursos e no dia a dia no Palácio do Planalto.
Em sua fala, Lula disse: “Todo deputado é viciado nisso (celular). Estava esperando se ia ter alguém com o celular, porque eu ia comer o fígado aqui. Na minha sala é proibido entrar com celular, no gabinete é proibido. Às vezes você está falando e fica olhando e as pessoas estão (olhando para o celular), não estão na reunião”.
Relação com Trump
O presidente Lula seguiu comentando sobre os hábitos de Donald Trump, com quem estabeleceu uma relação mais próxima nos últimos meses. Ele expressou sua preocupação com o impacto do estilo de comunicação de Trump na política e na sociedade. Lula afirmou: “Vocês já perceberam uma coisa, que o presidente Trump quer governar o mundo pelo Twitter? É fantástico. Todo dia ele fala uma coisa e todo dia o mundo fala da coisa que ele falou. Vocês acham que é possível? É possível tratar o povo com respeito se eu não olhar na cara de vocês, se eu achar que vocês são objetos, e não um ser humano”.
Por meio dessas observações, Lula propôs uma reflexão sobre as dinâmicas contemporâneas de comunicação e governança, enfatizando a importância do contato humano e do respeito nas relações entre governantes e cidadãos.
Fonte: www.moneytimes.com.br


