Wilson, do Morgan Stanley, acredita que a correção no mercado acionário pode estar próxima do fim.

Queda das Ações e Análise do Mercado

A recente queda nas ações pode estar se aproximando de sua fase final, conforme análise do estrategista Michael Wilson, do Morgan Stanley. Ele comunicou que o limite “continua alto para que a alta do petróleo ameace o ciclo de negócios e os lucros”.

Perspectiva de Correção

Em uma nota divulgada na última segunda-feira, Wilson indicou que, embora ainda seja viável uma queda adicional no curto prazo, mantém a posição de que essa correção está muito próximo de seu estágio final, tanto em termos de tempo quanto em preços. Ele observou que a queda já se encontra relativamente avançada, destacando que “50% das ações do índice Russell 3000 já caíram pelo menos 20% em relação às máximas de 52 semanas”.

Comportamento do Mercado

O estrategista acrescentou que os mercados mais uma vez anteciparam os riscos que agora são evidentes. Ele sugeriu que o comportamento atual do mercado é semelhante aos padrões de alerta precoce observados no ano passado. Entretanto, Wilson prevê que a correção atual será “notavelmente mais modesta” do que a queda do ano anterior, embora a volatilidade possa continuar devido às tensões geopolíticas em andamento.

Projeções do Morgan Stanley para Ações

O Morgan Stanley espera que as ações permaneçam dentro de uma ampla faixa no curto prazo. O banco identificou um suporte potencial localizado na faixa entre 6.400 e 6.500, caso o índice S&P 500 rompa abaixo de sua média móvel de 200 dias. A resistência foi projetada em torno de 6.850 pontos.

Reavaliação do Setor

Wilson também mencionou que o Morgan Stanley está realizando lucros em ações de pequena capitalização, além de ajustar sua postura em relação ao setor, considerando-a neutra no momento.

Perspectivas de Longo Prazo

Apesar das incertezas no curto prazo, o Morgan Stanley reafirmou que sua perspectiva para os próximos seis a doze meses permanece positiva. O banco destacou a projeção de crescimento dos lucros do S&P 500 em aproximadamente 13%, que se distingue dos períodos anteriores de fim de ciclo, quando choques nos preços do petróleo interromperam as expansões econômicas. Além disso, apontou o forte suporte fiscal e a melhora do ritmo do ciclo econômico como fatores que sustentam uma visão mais otimista do mercado.

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Crédito da imagem: Canva

Fonte: br.-.com

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