Zanin sustenta desembargador Ricardo Couto como governador interino do Rio de Janeiro

Zanin sustenta desembargador Ricardo Couto como governador interino do Rio de Janeiro

by Ricardo Almeida
0 comentários

Permanência do Governador Interino

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, determinou nesta sexta-feira (24) que o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), desembargador Ricardo Couto, continuará exercendo a função de governador interino do Estado até que seja concluído o julgamento referente às eleições para o Executivo fluminense.

Liminar de Zanin

Na liminar, Zanin declarou que a eleição do deputado estadual Douglas Ruas (PL) como presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que é o próximo na linha de sucessão, não altera a decisão do STF que mantém Couto no cargo de governador.

Esta decisão ocorreu após o diretório nacional do Partido Social Democrático (PSD) contestar o pedido da Alerj para que Ruas assumisse interinamente o Palácio Guanabara.

Eleição na Alerj

Ruas foi eleito presidente da Alerj na semana passada. Na quinta-feira (23), a Mesa Diretora da Casa solicitou ao Supremo que o deputado assumisse a chefia do Executivo do Rio até a escolha de um novo governador.

Zanin destacou em sua decisão que a eleição de Douglas Ruasnão tem o condão de modificar” o entendimento estabelecido pelo Supremo em 9 de abril, quando a Corte decidiu que o presidente do Tribunal de Justiça do Rio deveria continuar no exercício do cargo de governador “até nova deliberação”.

Julgamento em Andamento

Atualmente, está em curso no STF o julgamento que definirá se a escolha do próximo governador do Rio será feita por eleição direta, por meio de voto popular, ou eleição indireta, pela Assembleia Legislativa. Até o momento, o placar está em 4 a 1 a favor da eleição indireta. A análise foi interrompida em 9 de abril, após um pedido de vista do ministro Flávio Dino, que destacou a necessidade de aguardar a publicação do acórdão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a questão.

O documento publicado na quinta-feira (23) reconheceu que a vacância do cargo foi decorrente de renúncia e não de cassação.

Contexto da Renúncia de Cláudio Castro

Em março, Cláudio Castro foi cassado pelo TSE por abuso de poder político e econômico. No entanto, ele renunciou um dia antes da conclusão do julgamento, o que gerou um impasse sobre a forma de sucessão no governo.

O cenário se tornou mais complicado devido ao fato de que o vice-governador, Thiago Pampolha, deixou o cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi detido pela Polícia Federal sob a suspeita de vazamento de informações sigilosas relacionadas a operações contra o crime organizado.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

Você pode se interessar

Utilizamos cookies para melhorar sua experiência de navegação, personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Ao continuar navegando em nosso site, você concorda com o uso de cookies conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Você pode alterar suas preferências a qualquer momento nas configurações do seu navegador. Aceitar Leia Mais

Privacy & Cookies Policy