Ibovespa (IBOV) busca se manter nos 157 mil pontos após o fim do 'shutdown' nos EUA: 5 informações essenciais para investidores hoje (13)

Ibovespa (IBOV) busca se manter nos 157 mil pontos após o fim do ‘shutdown’ nos EUA: 5 informações essenciais para investidores hoje (13)

by Ricardo Almeida
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Ibovespa e Movimento do Mercado

O Ibovespa (IBOV) está tentando se manter em torno dos 157 mil pontos após uma breve pausa nos ganhos. Os investidores estão reagindo a uma nova rodada de pesquisas eleitorais e balanços corporativos, sendo que os números do Banco do Brasil (BBAS3) são um dos destaques dessa movimentação. Além disso, o fim do ‘shutdown’ nos Estados Unidos também impacta os mercados.

Por volta das 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira apresentava uma leve baixa de 0,15%, situando-se em 157.404,20 pontos.

O dólar à vista também estava em queda em relação ao real, acompanhando o desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda norte-americana era negociada a R$ 5,2847 (-0,04%).

5 Assuntos Relevantes para Investidores no Ibovespa Nesta Quinta-feira (13)

1 – Eleições de 2026

De acordo com a pesquisa Genial/Quaest, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva permanece na liderança em todos os cenários eleitorais levantados em novembro. Entretanto, a sua vantagem sobre os adversários diminuiu, a ponto de ele empatar tecnicamente, dentro da margem de erro, com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno.

Segundo a sondagem divulgada nesta quinta-feira (13), Lula lidera a preferência do eleitorado contra todos os adversários em cenários de primeiro turno, com percentuais que variam de 31% a 39%, dependendo do concorrente. Em outubro, Lula apresentava uma liderança mais robusta, variando de 35% a 43% do eleitorado no primeiro turno.

Nos cenários de segundo turno, Lula ainda ocupa a primeira posição, mas a diferença em relação a Bolsonaro diminuiu. A simulação para um segundo turno entre os dois mostra Lula com 42% e Bolsonaro com 39%, o que configura um empate técnico quase no limite da margem de erro de 2 pontos percentuais. Na rodada anterior da pesquisa, Lula tinha uma vantagem de 10 pontos percentuais sobre Bolsonaro (46% a 36%).

Quando o foco da disputa se desloca para outros possíveis adversários, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e Ciro Gomes (PDT), o atual presidente mantém uma vantagem de 5 pontos percentuais. Lula teria 38% contra Ciro Gomes (33%); 41% contra Tarcísio (36%); e 40% contra Ratinho (35%). Em comparação com a pesquisa de outubro, Lula apresentava uma diferença maior nesses cenários.

A pesquisa foi realizada entre 6 e 9 de novembro com 2.004 pessoas e pode ter captado os impactos de uma recente megaoperação da polícia do Rio de Janeiro.

2 – Vendas no Varejo

O varejo brasileiro registrou uma queda de 1,5% nas vendas de outubro em comparação ao mesmo período do ano passado, descontando a inflação. Esse dado foi divulgado pela empresa de meios de pagamento StoneCo nesta quinta-feira (13), e mostra que a maioria dos segmentos de consumo monitorados apresentaram retrações.

“O varejo continua operando em ritmo moderado. O consumo é sustentado principalmente pelo mercado de trabalho que está aquecido, com índices de desemprego historicamente baixos e uma massa de rendimentos elevada. Contudo, fatores como o endividamento recorde das famílias, o elevado comprometimento da renda com dívidas e uma inflação persistente continuam limitando uma recuperação mais robusta,” afirmou Guilherme Freitas, economista e cientista de dados da Stone em comunicado à imprensa.

Ele completou: “O resultado do mês reforça essa dinâmica: o setor demonstra resiliência, mas ainda está abaixo do patamar observado em 2024.”

3 – Relação Comercial entre Brasil e EUA

Na quarta-feira (12), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se reuniu com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, em Niágara, no Canadá, durante a reunião do G7. Segundo o Itamaraty, os dois discutiram o andamento das negociações bilaterais que envolvem tarifas comerciais.

Vieira informou que o Brasil enviou uma proposta de negociação aos Estados Unidos no último dia 4 de novembro, após uma reunião virtual entre as equipes técnicas dos dois países. O chanceler enfatizou a relevância de avançar nessas tratativas, seguindo a orientação dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, que abordaram o tema em um encontro recente na Malásia.

Os ministros concordaram em agendar uma nova reunião presencial em breve para discutir o estágio atual das conversações e buscar um entendimento sobre as medidas tarifárias.

4 – Banco Central: Mercado Entendeu Errado

inflação de 3% e destacou que as comunicações da instituição não indicam, necessariamente, quais serão os próximos passos do BC.

“Nos 11 meses deste ano, não houve nenhum mês em que estivéssemos dentro da meta. Se analisarmos as projeções, todas indicam que permaneceremos, no mínimo, dois terços do meu mandato sem atingi-la. É evidente o motivo pelo qual mantemos a taxa de juros em um patamar restritivo,” ressaltou Galípolo em coletiva na quarta-feira.

Segundo ele, é natural a existência de debates no mercado sobre o futuro da política monetária. No entanto, deixou claro que a comunicação do BC não deve ser interpretada como um sinal de ações futuras. “Nossas comunicações e ações são baseadas em fatos e dados. Portanto, se alguém entendeu que alguma declaração nossa foi um sinal sobre o que o BC pode fazer no futuro, entendeu errado,” afirmou.

Ele ainda acrescentou que o comunicado e a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) têm o objetivo de informar como os dirigentes estão interpretando a economia em um cenário incerto.

5 – Fim do ‘Shutdown’ nos EUA

A maior paralisação do governo dos Estados Unidos foi encerrada após 43 dias. Na noite da terça-feira (12), o presidente Donald Trump sancionou uma legislação que cria um ‘espaço’ orçamentário de forma temporária. Esse acordo estende o financiamento até 30 de janeiro, permitindo que o governo federal continue adicionando cerca de US$ 1,8 trilhão por ano à sua dívida de US$ 38 trilhões.

A assinatura do presidente ocorreu horas após a Câmara dos Deputados votar para retomar o programa de assistência alimentar, pagar centenas de milhares de servidores federais e reativar o sistema de controle de tráfego aéreo.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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