Votação do Projeto sobre Receitas com Petróleo
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, expressou sua expectativa de que a votação do projeto que aborda a utilização das receitas extras obtidas com o petróleo ocorra nesta semana. Essa declaração foi feita nesta segunda-feira (11) após uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Importância da Votação
Durante a conversa, Durigan destacou que teve um diálogo anterior com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), sobre a relevância da aprovação do projeto. Ele enfatizou a urgência em avançar com a votação: "O meu pedido, a expectativa do governo é que a gente vote o quanto antes. Então se for possível sim, que se vote nesta semana na Câmara e no Senado", afirmou o ministro.
Mudanças no Projeto
A respeito de possíveis alterações no projeto apresentado pela liderança do governo na Câmara, Durigan mencionou que se reuniu com a relatora da proposta, a deputada Marussa Boldrin (Republianos-GO). Durante a conversa, ele expressou que não é o momento adequado para ampliar o escopo da proposta.
Reunião com a Presidente da Petrobras
Na mesma manhã, Dario Durigan também se encontrou com a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, para discutir as implicações da guerra na empresa e no mercado interno de combustíveis.
Perspectivas de Guerra e Impactos no Mercado
O ministro compartilhou que tem mantido comunicação com seus colegas de Finanças de outros países e expressou uma preocupação generalizada sobre a possibilidade de a guerra não ter uma resolução em um futuro próximo. Essa situação torna ainda mais urgente a aprovação do projeto, segundo Durigan.
Objetivo do Projeto do Governo
O projeto do governo visa permitir que as receitas adicionais geradas pela venda de petróleo sejam utilizadas para a redução de impostos sobre combustíveis, que incluem a gasolina e o etanol. A proposta tem como objetivo minimizar o impacto da elevação dos preços do petróleo, que está sendo influenciada pela guerra no Oriente Médio, sobre os preços dos combustíveis no mercado interno.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br


