Anúncio do METI sobre Estoques de Petróleo
O Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão (METI, na sigla em inglês) anunciou, na última sexta-feira, dia 15, a manutenção da redução temporária da exigência de estoques privados de petróleo. Essa decisão estende a redução por mais um mês, até o dia 15 de junho. A medida foi tomada em resposta ao avanço das alternativas de fornecimento de petróleo, que não incluem a passagem pelo Estreito de Ormuz.
Detalhes da Decisão
De acordo com o comunicado emitido, o governo japonês decidiu prolongar a redução no prazo de reservas privadas por mais 15 dias. A exigência passa de 70 para 55 dias de consumo, fundamentada na otimização das perspectivas para a aquisição de petróleo por meio de rotas alternativas.
Expectativas de Aquisição
O METI revelou que, em maio, aproximadamente 60% das compras de petróleo bruto substitutivas já estarão viabilizadas. Para junho, a expectativa é que essa porcentagem ultrapasse 70%. Isso demonstra um avanço significativo nas iniciativas para garantir um suprimento diversificado de petróleo.
Capacidade de Suprimento
Com essa medida, o governo japonês acredita ser capaz de assegurar o volume necessário de petróleo para o mês de junho, utilizando os volumes que já foram liberados das reservas estratégicas nacionais. Assim, não será necessária uma terceira rodada de liberação adicional nesse mês.
Compromisso com Aquisições Alternativas
O ministério destacou que continuará promovendo as aquisições alternativas e garantirá o volume necessário para todo o Japão, ao mesmo tempo em que se limita o uso das reservas nacionais. Essas ações refletem um compromisso em garantir a estabilidade no fornecimento de petróleo, minimizando a dependência de fontes menos seguras.
Legislação Aplicável
A medida foi implementada com base na Lei de Estoques de Petróleo do Japão. A nova norma começa a valer no dia 16 de maio, um sábado, inicialmente por um período de um mês. Esta ação representa um esforço contínuo do governo japonês para adaptar-se às dinâmicas do mercado de petróleo e assegurar a segurança energética do país.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br


