Lembrar do leão desde a escolha dos seus ativos pode significar ganhos maiores com investimentos.
O período de entrega da declaração do Imposto de Renda (IR) está se aproximando do fim. É comum que as pessoas só se lembrem dessa obrigação tributária neste momento, porém, para uma boa eficiência tributária, é fundamental que o investidor considere o Leão já na seleção dos ativos que formam sua carteira.
O BTG Pactual serve como um exemplo pertinente para essa estratégia, pois disponibiliza uma variedade de ativos isentos em sua plataforma.
Quando um ativo não está sujeito à cobrança do IR, uma rentabilidade consideravelmente mais robusta tende a ser creditada diretamente na conta do investidor, contrastando com a situação de muitos outros papéis.
Em seguida, você encontrará mais detalhes sobre a tributação do IR nos investimentos, além de conhecer as principais características de alguns dos ativos isentos mais comuns disponíveis no mercado.
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Entenda a alíquota de IR sobre os investimentos
Uma falha no planejamento tributário da carteira pode resultar em um impacto financeiro significativa quando chegar a hora de pagar os impostos.
Quando um ativo está sujeito à cobrança do imposto de renda, o imposto geralmente incide sobre os ganhos obtidos com o investimento. No caso dos ativos de renda fixa, por exemplo, normalmente, o valor é retido na fonte. Portanto, se um ativo oferece uma remuneração de 15% ao ano, mas é tributado, o montante efetivamente recebido acaba sendo inferior ao que esse percentual sugere.
A alíquota do imposto varia conforme o tipo de investimento, mas muitas aplicações em renda fixa seguem uma tabela regressiva. Nesses casos, quanto mais tempo o investidor mantém um ativo em sua carteira, menor será o valor a ser pago em imposto de renda.
| Prazo de aplicação | Alíquota de IR |
|---|---|
| Até 180 dias | 22,5% |
| De 181 a 360 dias | 20% |
| De 361 a 720 dias | 17,5% |
| Acima de 721 dias | 15% |
Para garantir a alíquota mínima de 15%, é necessário manter o ativo na carteira por no mínimo dois anos.
A seguir, apresentaremos exemplos de produtos que oferecem isenção de imposto.
Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCI e LCA)
As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) são títulos de renda fixa que são emitidos por instituições financeiras com o objetivo de alavancar recursos para financiar empreendimentos e atividades nos setores imobiliário e do agronegócio.
Com frequência, LCIs e LCAs oferecem rendimentos que se assemelham àqueles encontrados em Certificados de Depósito Bancário (CDB), que são sujeitos à tributação do Imposto de Renda.
Os títulos podem apresentar as três modalidades comuns de rentabilidade da renda fixa:
- Prefixada: taxa de juros fixa, onde o cliente já é informado desde o início sobre quanto irá receber pelo investimento.
- Pós-fixada: o pagamento ao investidor está atrelado a algum índice de referência, como o Certificado de Depósito Interbancário (CDI).
- Híbrida: uma combinação das duas anteriores, apresentando a variação de um índice determinado, somada a uma taxa prefixada.
Outro ponto positivo das LCIs e LCAs é a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Isso significa que, caso o emissor, que é a instituição financeira, enfrente problemas financeiros, é possível receber o valor investido de volta, respeitando limites de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ por instituição financeira e um teto de R$ 1 milhão a cada quatro anos.
É importante ressaltar que as LCIs podem estar sujeitas ao imposto sobre operações financeiras (IOF) se o investidor decidir vender seus papéis em um período inferior a um mês. Caso a venda ocorra antes desse prazo, a tributação será feita conforme uma tabela decrescente.
Para realizar aportes de forma estratégica, é crucial lembrar que esses ativos não apresentam liquidez diária. Portanto, se o investidor precisar do dinheiro investido, não poderá receber o montante no mesmo dia.
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Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio (CRI e CRA)
As securitizadoras atuam como intermediadoras que captam recursos com o objetivo de financiar projetos de investimento dentro do mercado imobiliário (CRI) ou no agronegócio (CRA), com base em direitos creditórios que foram adquiridos e posteriormente vendidos aos investidores.
Assim como nas LCIs e LCAs, o pagamento de juros pode ocorrer nas três modalidades mais comuns da renda fixa: prefixada, pós-fixada e híbrida.
Contudo, há uma diferença importante: os certificados de recebíveis não possuem a cobertura do FGC. Por essa razão, esse tipo de investimento é visto como mais arriscado, embora os retornos costumem ser superiores em comparação com ativos que contam com a proteção desse fundo.
Muitos CRIs e CRAs recebem classificações de risco conhecidas como rating. Essas notas são atribuídas por agências independentes e visam avaliar se um certo produto de investimento apresenta um risco elevado ou baixo de inadimplência. Essa informação é essencial para lidar com o risco mais alto associado a esses papéis.
É comum que CRIs e CRAs tenham baixa liquidez e prazos de investimento mais longos do que outros ativos de renda fixa.
Debêntures de Infraestrutura
Debêntures são títulos de dívida que são emitidos por empresas. Para as Debêntures, os recursos captados são utilizados para financiar decisões estratégicas da companhia emissora, que podem incluir expansões e melhorias de caixa.
Esse tipo de ativo pode ser isento de IR para pessoas físicas quando sua emissão tem como objetivo o investimento em infraestrutura pública, como na construção de estradas ou usinas de geração de energia, por exemplo. Essas são conhecidas como Debêntures de Infraestrutura.
É importante destacar que esses ativos não contam com proteção do FGC. No entanto, assim como CRIs e CRAs, várias Debêntures recebem classificações de crédito de agências independentes.
Outro ponto que pode interessar os investidores é que esses papéis geralmente apresentam liquidez maior do que as LCIs e LCAs. Isso significa que pode ser mais fácil vender os ativos antes do término do prazo de investimento, dependendo da cotação no mercado secundário no momento da venda.
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Os benefícios que o BTG Pactual oferece para seus clientes
A Receita Federal ainda não anunciou as datas para a entrega das declarações do Imposto de Renda 2026. Contudo, tradicionalmente, esse período ocorre entre meados de março e final de maio.
De qualquer forma, o momento certo para considerar o seu IR permanece o mesmo: o instante da escolha dos ativos a serem investidos.
O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina e disponibiliza uma extensa lista de vantagens para seus clientes.
Para realizar alocações eficazes, por exemplo, o investidor pode acessar o aplicativo BTG Investimentos e explorar mais de 1.000 produtos de renda fixa, como Tesouro Direto, Debêntures, CDBs, LCIs e LCAs, CRIs e CRAs, além de uma variedade de fundos de investimento.
Os investidores também têm acesso a ativos de renda variável, que englobam ações, fundos imobiliários e até fundos de previdência privada.
Além disso, ao acessar um ativo de renda fixa no aplicativo do banco, o investidor fica ciente da remuneração oferecida em comparação à taxa que um ativo sujeito ao IR precisaria pagar para proporcionar ganhos equivalentes – uma informação de grande valor na busca pelos melhores investimentos para compor sua carteira.
Os clientes ainda encontram assistência virtual pelo WhatsApp e cartões de crédito que oferecem IOF Zero em compras internacionais, acesso a mais de 1.000 Salas VIP LoungeKey ao redor do mundo, concierge premium, e muito mais.
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Fonte: www.moneytimes.com.br

