Ações que se beneficiam dos cortes na Selic e bancos para incluir na carteira: descubra 5 destaques em 'Comprar e Vender'

Ações que se beneficiam dos cortes na Selic e bancos para incluir na carteira: descubra 5 destaques em ‘Comprar e Vender’

by Ricardo Almeida
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Desempenho dos Bancos em 2025

As perspectivas para o setor bancário em 2025, assim como as expectativas para a Selic no próximo ano, foram temas centrais desta semana no Money Times.

Análise de Ações

As matérias mais lidas na seção Comprar ou Vender? a seguir destacam importantes análises sobre ações de bancos e suas projeções.

Gerdau (GGBR4): Potencial de Lucratividade

O Itaú BBA avalia que a Gerdau (GGBR4) está retomando sua trajetória de recuperação de lucratividade no Brasil, apoiada por um projeto na unidade de Miguel Burnier, que está programado para iniciar em fevereiro de 2026. Segundo os analistas, a Gerdau, após reconquistar participação de mercado, volta a concentrar esforços na lucratividade. Eles ressaltam que o prêmio de preço doméstico sobre produtos importados permanece baixo, cerca de 3% acima do valor do vergalhão importado do Egito, e que os aumentos recentes de preços no mercado indicam um bom início para 2026.

Itaú (ITUB4): Expectativas de Dividendos

O Itaú se consolidou como uma escolha unânime entre os papéis do setor bancário. O banco, que se destaca por sua gestão e entrega de resultados, desperta admiração entre analistas. Contudo, a grande dúvida refere-se ao preço das ações. No atual ano, as ações ITUB4 apresentaram uma valorização de 43%, atingindo máximas históricas. De acordo com os cálculos do Safra, é esperado que as ações cheguem a R$ 49 em 2026, o que representa uma potencial alta de aproximadamente 23%. Os especialistas ressaltam que, embora a avaliação deixe menos espaço para decepções à medida que se aproxima de 2,0x P/VP (preço sobre valor patrimonial), não se espera que o Itaú entregue resultados inferiores à sua tradicional e reconhecida execução de excelência.

Preferências do Itaú BBA

Com o encerramento da temporada de resultados do terceiro trimestre, o Itaú BBA revisou suas recomendações para ações do setor bancário. O banco reiterou sua preferência por Nubank (NU) e Bradesco (BBDC4), ao mesmo tempo em que rebaixou a recomendação para Santander (SANB11) de compra para uma classificação neutra. O Banco do Brasil (BBAS3) mantém-se com recomendação neutra por parte dos analistas.

Magazine Luiza (MGLU3): Perspectivas de Lucro

O início do ciclo de flexibilização monetária previsto para 2026 pode redefinir o cenário de rentabilidade das empresas brasileiras, e o Magazine Luiza (MGLU3) surge como uma das empresas com maior potencial benefício com essa mudança. Conforme análise do BTG Pactual, cada corte de 1 ponto percentual na Selic pode impulsionar o lucro da varejista em até 75%. Apesar disso, os economistas observam que a empresa, neste momento, "mal apresenta lucro, com uma margem líquida de apenas 1%". A projeção do banco baseia-se em um cenário de desaceleração econômica, arrefecimento da inflação e sinais de mudança no mercado de trabalho.

Bradesco (BBDC4): Alta Considerável

O Bradesco (BBDC4) registrou um desempenho que deveria ser observado em small caps, acumulando uma alta de 70% no ano. Essa valorização representa um retorno significativo, já que o banco superou dificuldades que enfrentou após uma sequência de resultados financeiros fracos, voltando ao patamar de 2022. Mesmo com a valorização expressiva, os analistas do Safra permanecem otimistas em relação ao BBDC. Especialistas como Daniel Vaz, Maria Luisa Guedes e Rafael Nobre ajustaram o preço-alvo das ações para R$ 24, o que ainda representa um potencial de alta de 23%, mantendo a recomendação de compra.

Este conjunto de análises e recomendações reflete o dinamismo e as expectativas do setor financeiro no Brasil, à medida que as condições econômicas se ajustam e os investidores pesam suas opções diante de um cenário de incertezas e oportunidades.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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