Posicionamento sobre a Taxa das Blusinhas
O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, do PSB, não se comprometeu a oferecer uma nova posição sobre a taxa das blusinhas, ao se pronunciar sobre o tema neste sábado, 18. Ele limitou-se a afirmar que a questão foi "uma decisão do Congresso Nacional" e que, até o momento, "não há ainda uma decisão sobre isso" por parte do governo.
Alckmin, ao ser questionado sobre o assunto, declarou: "Essa foi uma decisão do Congresso Nacional, não há ainda uma decisão sobre isso, nós já nos pronunciamos, vamos aguardar." As declarações foram feitas após uma visita a uma concessionária em Valparaíso de Goiás, localizada a aproximadamente 35 km de Brasília.
Defesa do Imposto
Na quinta-feira, 16, Alckmin defendeu publicamente, em uma entrevista coletiva realizada no Palácio do Planalto, a instituição do imposto, ressaltando que este possui um papel importante na competitividade da indústria brasileira e na geração de empregos no país.
A taxa das blusinhas, que corresponde a um imposto de 20% sobre mercadorias importadas no valor de até US$ 50, foi criada sob a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a partir de uma aprovação no Congresso Nacional. No entanto, setores do governo manifestam apoio à revogação dessa medida ainda neste ano, especialmente devido à sua baixa aceitação em um ciclo eleitoral.
Redução da Jornada de Trabalho
Além disso, Alckmin foi indagado a respeito da proposta de redução da jornada de trabalho. Ele observou que "há uma tendência no mundo de reduzir a escala" e que, "com a tecnologia, eu faço mais com menos gente."
Em suas declarações, ele afirmou: "Se eu faço mais com menos gente, há uma tendência de você ter uma jornada menor. Então, essa é uma tendência mundial." O presidente em exercício enfatizou que é necessário discutir de que forma essa redução poderá ser implementada, se de maneira direta ou com escalonamentos, levando em consideração diferentes tipos de atividade. Essa discussão, como destacou, é de responsabilidade do Congresso Nacional.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br