Anúncio da Amazon sobre o Alexa+
A Amazon anunciou na última quarta-feira (26 de fevereiro de 2025) que está tornando o Alexa+ disponível para todos os usuários nos Estados Unidos, quase um ano após o lançamento de uma versão reformulada de seu assistente digital.
Acesso antecipado e suas características
O Alexa+ esteve em uma fase de “acesso antecipado” desde março passado, o que significou que os consumidores precisavam entrar em uma lista de espera ou adquirir dispositivos mais novos para utilizar a tecnologia baseada em inteligência artificial generativa. A Amazon promove o serviço como uma versão aprimorada de seu assistente, que já tem 11 anos, sendo capaz de lidar com múltiplas consultas ao mesmo tempo e funcionar como um “agente” que pode tomar ações em nome do usuário, como agendar um conserto ou solicitar um carro da Uber.
Custos associados ao novo serviço
A partir de agora, a Amazon começará a cobrar dos usuários uma taxa de US$ 19,99 por mês para acessar o Alexa+. Entretanto, o serviço permanecerá gratuito para membros do Amazon Prime e estará disponível para qualquer pessoa experimentar gratuitamente por meio de um site e um aplicativo dedicados ao Alexa+.
A Amazon informou que o acesso à experiência gratuita do Alexa+ será “limitado com base no uso”.
Respostas à concorrência no mercado de assistentes de IA
A Amazon está reformulando seu serviço Alexa como resposta ao aumento de chatbots de inteligência artificial, como o ChatGPT da OpenAI, o Gemini do Google e o Claude da Anthropic.
O Alexa original, lançado em 2014, impressionou os usuários ao permitir que interagissem e recebessem respostas imediatas de um assistente digital por meio da voz. A interação dos usuários com o Alexa se dava principalmente através do alto-falante inteligente Echo da Amazon.
Novas interações com o Alexa+
Com o lançamento do Alexa+, a Amazon colocou um site e um aplicativo em destaque. A maioria dos usuários interage com chatbots como ChatGPT ou Gemini através de texto ou voz em navegadores da web ou aplicativos para smartphones.
Fonte: www.cnbc.com