Desempenho das Bolsas Asiáticas
As bolsas asiáticas encerraram suas atividades nesta sexta-feira, dia 8, sem apresentar uma direção clara. Esse movimento marca o fim de um rali que havia perdurado por dois dias, refletindo uma diminuição no apetite por risco. O contexto para essa mudança se deve ao recente aumento das tensões entre as forças armadas dos Estados Unidos e do Irã, que reiniciaram ataques mesmo após uma trégua que completou um mês.
Tensão entre EUA e Irã
De acordo com informações do Comando Central dos EUA, embarcações de guerra americanas sofreram uma ofensiva por parte do Irã no Estreito de Ormuz. Os militares dos EUA classificaram essa ação como "ataques não provocados". Em resposta, houve retaliação por parte dos Estados Unidos, que atacaram instalações militares localizadas em território iraniano.
A intensificação das tensões dessa natureza prejudica os esforços para o estabelecimento de um acordo de paz na região e, como consequência, teve efeito sobre os preços do petróleo, que apresentavam queda por três dias consecutivos. No entanto, ao final da madrugada, as cotações do petróleo oscilavam em um patamar de estabilidade.
Resultados dos Índices
O índice Nikkei, que opera em Tóquio, registrou uma queda de 0,19%, fechando a 62.713,65 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng teve uma redução de 0,87%, finalizando em 26.393,71 pontos. O Taiex, em Taiwan, também apresentou baixa de 0,79%, encerrando o dia a 41.603,94 pontos.
Por outro lado, a bolsa sul-coreana Kospi obteve uma leve valorização de 0,11% em Seul, atingindo 7.498,00 pontos, conseguindo apagar perdas registradas anteriormente e alcançando um novo recorde.
Situação na China e Oceania
Na China continental, o índice Xangai Composto permaneceu estável, registrando 4.179,95 pontos. O Shenzhen Composto, que é menos abrangente, teve uma leve alta de 0,12%, fechando o dia em 2.875,75 pontos.
No continente australiano, a bolsa local teve um desempenho negativo, com uma queda de 1,51% do índice S&P/ASX 200, que finalizou a sessão em 8.744,40 pontos.
Fonte: www.moneytimes.com.br


