Suspensão de Sanções Chinesas
Pequim anunciou a suspensão de sanções impostas a estaleiros sul-coreanos e o alívio de alguns controles de exportação sobre minerais críticos. Essa decisão segue a trégua comercial estabelecida com Washington no mês anterior.
Detalhes das Novas Medidas
De acordo com o Ministério do Comércio, as penalidades direcionadas a cinco subsidiárias da construtora naval Hanwha Ocean, que estão ligadas a uma investigação americana, ficarão suspensas por um período de um ano. Além disso, o Ministério dos Transportes também interrompeu sua investigação interna, assim como as taxas portuárias adicionais que estavam sendo aplicadas a embarcações dos Estados Unidos.
Suspensão de Outras Restrições
Além das sanções mencionadas, o governo chinês decidiu suspender temporariamente a proibição de aprovar exportações de itens classificados como "duplo uso". Esses itens incluem gálio, germânio, antimônio e materiais superduros. A China também relaxou as revisões sobre grafite destinado aos Estados Unidos. Essas medidas estão programadas para permanecer em vigor até 27 de novembro de 2026, conforme divulgado em comunicado oficial.
As restrições anteriores haviam sido impostas em dezembro de 2024, como resposta às ações do governo do presidente Joe Biden, que buscou limitar o acesso da China a chips avançados utilizados em aplicações de inteligência artificial (IA).
Controles sobre Terras Raras
Na sexta-feira (7), Pequim também decidiu suspender por um ano a ampliação dos controles sobre terras raras, que havia sido anunciada em outubro. Essa ampliação exigia uma autorização prévia para as exportações que contivessem materiais de origem chinesa com um valor igual ou superior a 0,1% do total do produto.
Após um encontro entre o ex-presidente Donald Trump e o presidente Xi Jinping, a Casa Branca informou que a China passará a emitir licenças gerais para exportações de terras raras, gálio, germânio, antimônio e grafite. Tal ação foi interpretada pelo governo americano como uma "remoção dos controles impostos pela China desde 2023".
Fonte da Informação
Fonte: Dow Jones Newswires.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br