Colômbia, Chile e Cuba reprovam ataque dos EUA à Venezuela, enquanto Argentina celebra.

Ataques dos Estados Unidos à Venezuela

Os presidentes de vários países da América Latina manifestaram sua desaprovação em relação aos ataques realizados pelos Estados Unidos contra a Venezuela no último sábado (3). Na mesma data, o presidente americano, Donald Trump, confirmou a invasão do território venezuelano e a expulsão de Nicolás Maduro e sua esposa.

Reação da Colômbia

Gustavo Petro, presidente da Colômbia, expressou profunda preocupação em relação aos relatos de explosões e atividades aéreas incomuns observadas nas últimas horas na Venezuela, sem, no entanto, fazer menção direta aos Estados Unidos. O presidente reforçou o compromisso de seu país com os princípios contidos na Carta das Nações Unidas.

Petro declarou: “A República da Colômbia reitera sua convicção de que a paz, o respeito ao direito internacional e a proteção da vida e da dignidade humana devem prevalecer sobre qualquer forma de confronto armado.”

“O Governo da República da Colômbia observa com profunda preocupação os reportes sobre explosões e atividades aéreas inusitadas registradas nas últimas horas na República Bolivariana da Venezuela, assim como a consequente escalada de tensão na região.” — Gustavo Petro

Posição de Cuba

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, rotulou os ataques realizados pelos EUA como “criminosos” e afirmou que a paz na região está sendo “brutalmente assaltada”.

“Cuba denuncia e exige uma reação URGENTE da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos Estados Unidos à Venezuela. Nossa Zona de Paz está sendo brutalmente assaltada. Isso é terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra nossa América.” — Miguel Díaz-Canel Bermúdez

Condenação do Chile

Gabriel Boric, presidente do Chile, também se opôs vigorosamente aos ataques e pediu uma resolução pacífica para a crise que assola a Venezuela. Ao usar a rede social X, Boric reafirmou o comprometimento de seu país com os princípios fundamentais do Direito Internacional, como a proibição do uso da força e a não-intervenção.

Boric afirmou: “A crise venezuelana deve ser resolvida através do diálogo e do apoio ao multilateralismo, e não através da violência nem da ingerência estrangeira.”

“Como Governo do Chile, expressamos nossa preocupação e condena às ações militares dos Estados Unidos que se desenvolvem na Venezuela e fazemos um chamado a buscar uma saída pacífica à grave crise que afeta o país.” — Gabriel Boric

Reações no Brasil e na Argentina

No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência para discutir o ataque dos Estados Unidos à Venezuela. A reunião deve ocorrer ainda no sábado (3). Até o momento, não houve nenhuma manifestação do Itamaraty sobre a situação.

Por outro lado, o presidente da Argentina, Javier Milei, fez uma postagem na rede social X mencionando a captura de Maduro. Em sua publicação, ele escreveu: “A liberdade avança.”

“A LIBERTAD AVANZA. VIVA LA LIBERTAD CARAJO.” — Javier Milei


Com informações da CNN, Reuters e GloboNews

Fonte: www.moneytimes.com.br

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