Impacto da Guerra no Oriente Médio no Setor Aéreo
À medida que a guerra no Oriente Médio e o bloqueio no Estreito de Ormuz reduzem o fornecimento global de petróleo, os viajantes têm motivos para se preocupar com o custo e a disponibilidade de voos.
Alertas da Agência Internacional de Energia
O chefe da Agência Internacional de Energia (AIE) denunciou que os países da Europa podem enfrentar uma escassez de combustível de aviação em poucas semanas. Essa situação pode forçar as companhias aéreas europeias e aquelas que operam voos para o continente a reduzir significativamente a oferta de voos.
Aumento das Taxas de Carga
Diversas companhias aéreas já tomaram medidas para lidar com essa crise, incluindo o aumento das taxas de bagagem despachada e a implementação de sobretaxas de combustível. O preço global do querosene de aviação escalou de aproximadamente US$ 99 por barril no final de fevereiro para até US$ 209 por barril no início de abril.
Mudanças nos Serviços de Transporte Aéreo
Em um reflexo dos impactos contínuos do conflito no turismo, a Air Canada anunciou na última sexta-feira (17) que planejava suspender seu serviço para o Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, entre 1º de junho e 25 de outubro, visando reduzir seus custos com combustível.
Redução de Rotas e Aumento de Preços
Outras companhias aéreas, abrangendo desde transportadoras dos Estados Unidos, como United e Delta, até Air France-KLM, SAS, Philippine Airlines e Cathay Pacific, têm reduzido rotas. Além disso, aumentaram os preços dos bilhetes ou informaram que pretendem elevar preços, caso a guerra continue a impedir o escoamento de petróleo pelo Estreito de Ormuz.
Desafios para Previsões de Mercado
Analistas consultados pela Associated Press afirmam que se torna extremamente difícil para as companhias aéreas preverem a situação atual do mercado, o que torna provável que os preços permaneçam elevados por um período prolongado, até que as condições se estabilizem.
Fechamento do Estreito de Ormuz
No sábado (18), o Irã decidiu fechar novamente a navegação pelo Estreito, como uma resposta à continuidade do bloqueio naval exercido pelos Estados Unidos sobre portos e embarcações iranianas.
Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br


