Destaques do Dia: Magazine Luiza (MGLU3), Usiminas (USIM5), Petrobras (PETR4) e Mais!

Confira os destaques corporativos de hoje

Magazine Luiza (MGLU3) pagará R$ 63 milhões em dividendos

O Magazine Luiza (MGLU3) anunciou que fará o pagamento de R$ 63 milhões em dividendos a seus acionistas, conforme acordado em assembleia realizada na quinta-feira, dia 23 de março de 2026. Este valor corresponde a R$ 0,081 por ação ordinária, baseado na atual base acionária, descontadas as ações em tesouraria.

Do total, R$ 3,02 milhões referem-se ao dividendo mínimo obrigatório, R$ 17,1 milhões são de dividendos adicionais e R$ 42,85 milhões correspondem a dividendos intermediários, os quais serão pagos com base na reserva de lucros do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025.

Os acionistas que tiverem suas ações registradas na companhia até 24 de abril de 2026 terão direito ao recebimento deste provento. As ações passam a ser negociadas com a condição “ex-dividendos” a partir de 27 de abril de 2026.

O pagamento será realizado no dia 8 de maio de 2026, através de crédito em conta corrente indicada ao BTG Pactual, que atua como agente escriturador das ações da empresa.

Usiminas (USIM5) vê lucro líquido saltar 166%, a R$ 896 milhões, no 1T26

A Usiminas (USIM5) divulgou um lucro líquido de R$ 896 milhões relativo ao primeiro trimestre de 2026, o que representa um crescimento de 166% em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme relatório de resultados publicado na sexta-feira, 24 de março de 2026.

Quando comparado ao quarto trimestre de 2025, o lucro apresentou um aumento significativo de 596%, subindo de R$ 129 milhões para o atual montante.

A empresa atribui esse desempenho à melhoria dos resultados operacionais, efeitos cambiais positivos e ao aumento dos créditos por tributos diferidos, impulsionados pela valorização do real frente ao dólar ao longo do período.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da Usiminas, que indica o desempenho operacional, alcançou R$ 653 milhões no 1T26, representando uma redução de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior, mas com um aumento de 56% em comparação ao último trimestre do ano anterior.

A margem Ebitda da companhia registrou uma elevação de 0,04 pontos percentuais em relação ao ano anterior, atingindo 11%. Em uma perspectiva trimestral, houve um incremento de 4,4 pontos percentuais.

A receita líquida da Usiminas totalizou R$ 5,87 bilhões no primeiro trimestre de 2026, apresentando uma queda de 14% quando confrontada com o mesmo intervalo de 2025, resultado que a empresa relaciona à diminuição das unidades de Siderurgia e Mineração.

Petrobras (PETR4) assina novo acordo de acionistas da Braskem (BRKM5)

A Petrobras (PETR4) comunicou na quinta-feira, 23 de março de 2026, a decisão de não exercer os direitos de preferência e de tag along que estavam previstos no acordo de acionistas da Braskem (BRKM5), especificamente relacionados à participação da Novonor, que atualmente se encontra em recuperação judicial.

A decisão foi formalizada através de uma notificação encaminhada à Novonor, dando continuidade ao que já havia sido comunicado anteriormente, em 20 de abril de 2026, quando a Novonor (ex-Odebrecht) e a NSP Investimentos formalizaram um contrato para vender sua participação na Braskem ao fundo de investimento em participação (FIP) Shine I.

Paralelamente, a Petrobras anunciou a assinatura de um novo acordo de acionistas com o fundo Shine I, visando aprimorar a governança da Braskem e estabelecer um modelo de controle compartilhado entre todos os envolvidos.

Este novo acordo prevê que as decisões no âmbito do Conselho de Administração e da Assembleia Geral da Braskem deverão ser tomadas em consenso entre a Petrobras e o fundo. Além disso, estabelece que as partes terão direito a indicar um número igual de membros tanto para o Conselho quanto para a Diretoria Estatutária.

Small cap da bolsa pagará R$ 83,1 milhões em dividendos e JCP

A empresa Grendene (GRND3), classificada como uma small cap na bolsa, aprovou a distribuição de R$ 83,1 milhões em proventos a seus acionistas, conforme comunicado enviado ao mercado na quinta-feira, 23 de março de 2026.

Desse total, R$ 82 milhões serão pagos na forma de juros sobre o capital próprio (JCP), que a companhia imputará aos dividendos, com um valor bruto de R$ 0,090892968 por ação ordinária, descontadas as ações em tesouraria.

É importante destacar que haverá retenção de Imposto de Renda na fonte, exceto para acionistas que comprovadamente sejam imunes ou isentos dessa tributação.

Além disso, a empresa irá distribuir R$ 1,13 milhão em forma de dividendos, correspondendo a um valor bruto de R$ 0,001248637 por ação, também excluindo as ações em tesouraria, sem inclusão de remuneração ou atualização monetária.

Copel (CPLE3) define data de pagamento para R$ 1,35 bilhão em dividendos

A Copel (CPLE3) anunciou ao mercado a data de pagamento dos dividendos que foram aprovados em 10 de dezembro de 2025, no montante total de R$ 1,35 bilhão. Segundo o comunicado divulgado na quinta-feira, 23 de março de 2026, o pagamento ocorrerá no dia 30 de junho de 2026.

Este montante total é equivalente a R$ 0,45453469202 por ação ordinária da companhia.

Os acionistas que terão direito ao recebimento dos dividendos são aqueles que possuírem sua posição acionária na companhia até 30 de dezembro de 2025. Portanto, as negociações passam a acontecer sem o direito aos proventos a partir de 2 de janeiro de 2026.

O pagamento será efetuado por meio de crédito na conta corrente cadastrada junto ao agente de custódia do acionista, sendo assim recomendado que os dados cadastrais sejam mantidos atualizados.

Suzano (SUZB3) aprova R$ 5,6 milhões em dividendos adicionais

A Suzano (SUZB3) comunicou que, em assembleia geral ordinária e extraordinária, foi aprovada a distribuição de R$ 5,627 milhões em dividendos adicionais. Esses proventos são referentes ao lucro do exercício que encerrou em 31 de dezembro de 2025.

Esse valor representa R$ 0,00455231 por ação, com base na quantidade de ações “ex-tesouraria”.

Os investidores que tiverem sua posição acionária devidamente registrada até o fim do pregão do dia 29 de abril de 2026 terão direito a receber este provento. A partir de 30 de abril de 2026, as ações passarão a ser negociadas na condição “ex-dividendos”.

O pagamento deverá ser realizado até 31 de dezembro de 2026, em moeda corrente nacional, sem atualização monetária ou incidência de juros durante o período. A companhia ainda esclareceu que esses valores podem estar sujeitos à retenção de imposto de renda, conforme legislações vigentes.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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