Ex-presidente do BRB refuta tentativa de "resgate" da Master por meio de aquisição.

Ex-presidente do BRB refuta tentativa de “resgate” da Master por meio de aquisição.

by Fernanda Lima
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Negativa do Ex-Presidente do BRB

O ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, negou, por meio de uma nota divulgada por sua defesa, que a instituição financeira tenha tentado “salvar” o Banco Master através da aquisição, anunciada em março do ano passado. O ex-presidente destacou que essa percepção está equivocada.

Estruturação da Transação

Segundo Paulo Henrique Costa, a transação de aquisição não deve ser considerada uma medida indiscriminada ou uma tentativa de resgatar o Banco Master. Ele afirmou que a operação foi realizada de forma estruturada, com a participação de áreas técnicas, consultores e assessores externos independentes, respeitando as práticas habituais do mercado e o planejamento estratégico da instituição.

Interesses do BRB

Costa enfatizou que a aquisição foi motivada exclusivamente pelos interesses do Banco de Brasília. Ele se defendeu ao afirmar que as decisões tomadas durante a negociação foram fundamentadas em critérios que favoreciam a operação da própria instituição.

Informações da CNN

A CNN revelou que o ex-presidente do BRB informou, em depoimento à Polícia Federal (PF), que R$ 51,2 bilhões foram excluídos dos ativos e passivos do Banco Master durante as tratativas para a aquisição. A omissão desse valor foi um dos principais argumentos apresentados para afastar a alegação de que a negociação visava o salvamento do banco.

Ativos Negados

Além dos R$ 51,2 bilhões que foram desconsiderados na negociação, Paulo Henrique Costa declarou que aproximadamente R$ 5 bilhões em ativos proporcionados pelo Banco Master foram recusados após a realização de avaliações de risco, jurídicas e de compliance realizadas pelo Banco de Brasília. Essas análises foram determinantes para a decisão final sobre a aquisição.

Demissão de Paulo Henrique Costa

O ex-presidente Paulo Henrique Costa foi demitido em 19 de novembro de 2025, após ter sido afastado um dia antes, em 18 de novembro de 2025, por uma decisão judicial relacionada à Operação Compliance Zero da Polícia Federal. A situação gerou repercussões significativas e traz à tona discussões sobre a governança e a operação de instituições financeiras no Brasil.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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