Família Coelho Diniz apresenta lista com novos candidatos ao conselho de administração; confira os nomes.

Família Coelho Diniz apresenta lista com novos candidatos ao conselho de administração; confira os nomes.

by Beatriz Fontes
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Proposta de Chapa para o Conselho de Administração

O Grupo Pão de Açúcar (código de ações PCAR3) recebeu uma proposta da família Coelho Diniz para a formação de uma chapa que indicaria novos membros para o conselho de administração da empresa. Em consequência, a varejista de alimentos está considerando a convocação de uma assembleia geral extraordinária (AGE), conforme informado em um fato relevante encaminhado ao mercado na noite de segunda-feira, dia 1º.

Aumento da Participação da Família Coelho Diniz

Na semana passada, a família Coelho Diniz aumentou sua participação acionária na companhia, chegando a 24,6% do capital total do GPA. Com essa elevação, a família solicitou a realização de uma AGE com o propósito de discutir a destituição da atual composição do conselho e a eleição de novos representantes.

Nomes Indicados para o Novo Conselho

Os candidatos indicados pela família são:

  • André Luiz Coelho Diniz;
  • Gustavo Lobato;
  • Leandro Assis Campos;
  • Luiz Henrique Cunha;
  • Christophe José Hidalgo;
  • Marcelo Ribeiro Pimentel;
  • Helene Esther Bitton;
  • Rafael Ferri;
  • Edison Ticle de Andrade Melo e Souza Filho.

É importante ressaltar que o sobrenome Diniz não está associado ao empresário falecido Abílio Diniz, que foi o responsável por popularizar a rede Pão de Açúcar no Brasil. A família Coelho Diniz opera uma rede de supermercados no interior de Minas Gerais, com mais de 20 lojas em funcionamento.

Desempenho Financeiro do GPA

Em agosto, o GPA divulgou o balanço referente ao segundo trimestre de 2025 (2T25), no qual apresentou uma redução do prejuízo líquido consolidado, que ficou em R$ 216 milhões, em comparação com uma perda de R$ 332 milhões registrada no mesmo período do ano anterior.

Resultados Operacionais e Expectativas do Mercado

A melhoria nos resultados é atribuída ao avanço no desempenho operacional, impulsionado pelo deslocamento da Páscoa para o segundo trimestre deste ano. No entanto, o prejuízo foi superior ao esperado pelo consenso do mercado, que estimava um resultado negativo em R$ 145 milhões.

Na análise do resultado operacional, que é medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, a empresa reportou um total de R$ 420 milhões no segundo trimestre, representando um aumento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, com uma expansão de 0,2 ponto percentual na margem, alcançando 9%.

No entanto, os analistas não demonstraram otimismo com os resultados financeiros da companhia, que atualmente passa por um processo de turnaround, ou seja, uma reestruturação do seu modelo de negócios.

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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