Informações sobre o fundo imobiliário TRX Real Estate (TRXF11)
O fundo imobiliário TRX Real Estate (TRXF11) divulgou, através de um fato relevante, que suas cotas poderão apresentar maior volatilidade nos próximos dias. Este fenômeno é decorrente do rebalanceamento periódico de índices internacionais da FTSE Russell, uma reconhecida empresa global especializada na criação e manutenção de índices para o mercado financeiro.
Conforme o comunicado enviado ao mercado, o ajuste na composição do indicador ao qual o TRXF11 pertence ocorrerá no fechamento da próxima sexta-feira, que será 19 de junho.
Esse processo poderá resultar em movimentações mais intensas durante as negociações das cotas, considerando que fundos e investidores que seguem o índice costumam ajustar suas posições para refletir a nova carteira teórica após o rebalanceamento.
De acordo com a TRX Investimentos, gestora do TRXF11, o rebalanceamento é realizado seguindo a metodologia da FTSE Russell e ocorre de forma regular. A última revisão deste índice foi efetuada em 20 de março deste ano.
O que é o rebalanceamento do FTSE Russell?
Um índice é composto por uma carteira teórica de participações em ativos, o que o torna uma representação do desempenho de um segmento específico do mercado, frequentemente denominado benchmark.
A FTSE Russell, empresa responsável pela administração dos índices, efetua revisões periódicas na composição de seus indicadores, com o objetivo de refletir alterações na liquidez e em outros critérios definidos por sua metodologia.
Quando um ativo passa a integrar um desses índices, as revisões podem gerar compras e vendas adicionais por parte de fundos, ETFs e investidores institucionais que seguem a carteira de referência. Como resultado, é comum que haja uma elevação no volume de negociações e um aumento temporário na volatilidade durante os períodos de ajustes.
IFIX em queda
No segmento de FIIs, o principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira, conhecido como IFIX, terminou a quarta-feira (17) aos 3.811,18 pontos, apresentando um recuo de 0,34%.
A partir do início de junho, o índice acumula uma diminuição de 1,71%. No entanto, ao considerar o desempenho desde o começo do ano, o IFIX ainda exibe um avanço de 0,95%.
Destaques do último pregão (17)
No último pregão, o Mérito Desenvolvimento Imobiliário I (MFII11) destacou-se entre os ativos que valorizaram, com uma elevação de 3,32%. Em sequência, o Hotel Maxinvest (HTMX11) também obteve um aumento de 2,62%, enquanto o Urca Prime Renda (URPR11) registrou um ganho de 1,79%.
| Ticker | Último (R$) | Variação |
|---|---|---|
| MFII11 | 50,15 | +3,32% |
| HTMX11 | 137,23 | +2,62% |
| URPR11 | 22,74 | +1,79% |
| SPXS11 | 8,28 | +1,35% |
| DEVA11 | 17,65 | +1,15% |
Por outro lado, no lado negativo, o AF Invest Recebíveis Imobiliários (CACR11) foi o que mais recuou, com uma queda de 3,62%. Logo após, o Banestes Recebíveis Imobiliários (BCRI11) observou uma diminuição de 3,48%, enquanto o TG Ativo Real (TGAR11) apresentou uma desvalorização de 2,23%.
| Ticker | Último (R$) | Variação |
|---|---|---|
| CACR11 | 22,60 | -3,62% |
| BCRI11 | 58,52 | -3,48% |
| TGAR11 | 52,50 | -2,23% |
| HFOF11 | 6,42 | -2,13% |
| MCRE11 | 8,96 | -1,75% |
Fonte: www.moneytimes.com.br

