Aumento da Atividade Econômica Regional em Maio
A atividade econômica registrou crescimento em quatro das cinco regiões do Brasil no mês de maio, em relação ao mês anterior, abril. Os dados foram extraídos do Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central (IBCR), divulgado na última quarta-feira, dia 22.
Desempenho Regional
A região Norte destacou-se com a maior alta, apresentando um crescimento de 1,0% no mês de maio. As demais regiões que tiveram avanço foram Centro-Oeste, com um aumento de 0,8%; Sul, com 0,4%; e Sudeste, que registrou uma leve alta de 0,1%. Em contraste, a região Nordeste apresentou uma queda de 0,6%.
Estados com Crescimento
Dos 14 Estados monitorados pelo Banco Central, nove apresentaram crescimento na atividade econômica durante o período analisado. O Espírito Santo teve o maior crescimento, com uma alta de 4,4%, seguido por Goiás, que cresceu 1,1%; Ceará, com 1,0%; Paraná, 0,9%; Santa Catarina, 0,8%; Minas Gerais e Pernambuco, ambos com 0,5%; e Amazonas e Pará, que registraram uma pequena alta de 0,1%.
Por outro lado, cinco Estados registraram quedas na atividade econômica: Mato Grosso (-0,3%), São Paulo (-0,2%), Bahia (-0,2%), Rio de Janeiro (-0,1%) e Rio Grande do Sul (-0,1%).
Análise Interanual
Em uma comparação anual com o mês de maio de 2025, a atividade econômica apresentou crescimento em quatro das cinco regiões do Brasil. O Centro-Oeste teve uma alta expressiva de 2,4%, enquanto tanto o Sudeste quanto o Sul registraram crescimentos de 1,2%. A região Nordeste obteve um avanço de 0,7%, e o Norte permaneceu estável, com crescimento de 0,0%.
Aumento no Acumulado do Ano
No total acumulado do ano até o momento, a atividade econômica cresce em todas as regiões do País, com um destaque especial para a região Nordeste, que apresentou um crescimento de 2,7%. O crescimento é generalizado ao se considerar os últimos 12 meses, com o Centro-Oeste exibindo o aumento mais robusto de 3,1%. As demais regiões apresentaram os seguintes crescimentos: Nordeste (2,7%), Norte (2,3%), Sul (2,2%) e Sudeste (1,6%).
Fonte: www.cnnbrasil.com.br


