Aceitação da Contraproposta da Petrobras
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) confirmou a aceitação da última contraproposta apresentada pela Petrobras (PETR4) referente ao acordo coletivo de trabalho. Essa aceitação implica na suspensão do movimento grevista que completou uma semana nesta segunda-feira.
Detalhes da Comunicação
O coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar, communiqué através de uma mensagem em Instagram, afirmou: “Após a Petrobras garantir que não haverá punições para os grevistas e que todas as empresas subsidiárias irão acompanhar o acordo conquistado, o Conselho Deliberativo da FUP, por ampla maioria, indicou a aceitação da contraproposta e a suspensão da greve”.
Bacelar também mencionou que vários pedidos foram atendidos durante a reunião realizada nesta segunda-feira com a empresa, considerados significativos em relação aos avanços já obtidos pela greve, que visavam o atendimento dos principais pontos da campanha reivindicatória.
Reuniões e Propostas
No encontro que ocorreu no dia anterior, a FUP, que havia iniciado a segunda-feira ainda em greve, avaliou que foram alcançados “avanços significativos” em relação aos eixos da campanha. No entanto, fez exigências, ressaltando que a proposta apresentada pela Petrobras deveria ser implementada por todas as subsidiárias da companhia.
Entre as reivindicações, estava a exigência de que a estatal se comprometa a não descontar os dias em que os trabalhadores estiveram parados. Além disso, a FUP buscou garantir isonomia entre os trabalhadores dos terminais de Coari e Urucu, localizados no Amazonas, assim como a devida hospedagem para os funcionários que atuam em operações offshore. Até o momento, a Petrobras não respondeu a essas questões adicionais.
Compromissos Relacionados aos Planos de Equacionamento
Adicionalmente, a Federação solicitou que a Petrobras apresente uma carta-compromisso visando a resolução dos Planos de Equacionamento dos Déficits da Petros (PEDs), que se referem ao fundo de pensão dos trabalhadores da estatal.
Fonte: Reuters e Estadão Conteúdo
Fonte: www.moneytimes.com.br


