Indústria encerra 2025 em baixa, apesar da alta nos preços no final do ano

Indústria encerra 2025 em baixa, apesar da alta nos preços no final do ano

by Ricardo Almeida
0 comentários

Índice de Preços ao Produtor (IPP)

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que monitora os preços da indústria extrativa e da transformação, registrou uma alta de 0,12% em dezembro, conforme divulgado nesta quarta-feira, 11, pelo IBGE. A taxa de novembro foi ajustada, passando de uma queda de 0,37% para 0,35%.

Esse indicador avalia a evolução dos preços “na porta da fábrica”, excluindo impostos e fretes, e abrange tanto a indústria extrativa quanto 23 setores da transformação.

No total acumulado de 2025, o IPP das indústrias extrativa e de transformação apresentou uma redução de 4,53%.

Desempenho Setorial

Ao observar o desempenho dos setores, nota-se que a indústria extrativa apresentou um avanço de 3,13% em dezembro, após uma queda de 3,32% em novembro, mas fechou 2025 com um recuo significativo de 14,39%. Por outro lado, a indústria de transformação apresentou pequena queda de 0,01% em dezembro, contrastando com os 0,21% registrados em novembro, o que resultou em uma diminuição acumulada de 4,03% no ano.

Inflação ao Consumidor

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) voltou a apresentar aceleração no primeiro mês de 2026. Nos últimos 12 meses, a inflação acumulou uma alta de 4,44%, mantendo-se dentro da faixa de tolerância estabelecida pela meta do Banco Central (BC).

A inflação oficial do Brasil subiu 0,33% em janeiro, conforme os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na terça-feira, 10. Em dezembro, o índice de preços também registrou um aumento de 0,33%, enquanto em janeiro de 2025, a variação foi de 0,16%.

A expectativa do mercado era de que o índice acelerasse para 0,32%, com um acumulado de 4,43% nos últimos 12 meses, segundo a mediana das previsões coletadas pelo Broadcast.

Esse resultado ainda está dentro da margem considerada aceitável pelo Banco Central, cuja meta é de 3%, com uma tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

*Com informações do Estadão Conteúdo

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

Você pode se interessar

Utilizamos cookies para melhorar sua experiência de navegação, personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Ao continuar navegando em nosso site, você concorda com o uso de cookies conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Você pode alterar suas preferências a qualquer momento nas configurações do seu navegador. Aceitar Leia Mais

Privacy & Cookies Policy