
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) disponibilizou o informe de rendimentos para o Imposto de Renda de 2026. Esse informe é destinado a aposentados, pensionistas e segurados que receberam qualquer tipo de benefício previdenciário ao longo de 2025.
Conforme informações fornecidas pela Previdência, os beneficiários não precisam comparecer a uma agência. Eles podem acessar esse importante documento através do aplicativo ou site “Meu INSS”, facilitando o acesso à documentação necessária para a declaração de impostos.
Além dos canais mencionados, o extrato de rendimentos também pode ser obtido nas instituições bancárias que são responsáveis pelo pagamento do benefício ao segurado.
O informe contém uma concentração de todos os valores recebidos durante o ano de 2025, discriminando os rendimentos tributáveis, os isentos e os impostos que foram retidos na fonte. Este documento é um dos principais requisitos para o preenchimento e envio da declaração do Imposto de Renda.
Quando começa o período de declaração?
Embora ainda não tenha sido divulgado o calendário oficial pela Receita Federal do Brasil, com base na experiência de anos anteriores, o período de entrega da declaração geralmente tem início em março e se estende até o último dia útil de maio. Portanto, é importante que os contribuintes fiquem atentos às datas divulgadas pela Receita.
Quem fica isento do Imposto de Renda de 2026?
Recentemente, o governo aprovou uma nova tabela do Imposto de Renda, que amplia a faixa de isenção para os contribuintes que possuem uma renda mensal de até R$ 5 mil. Porém, essa mudança não afetará a declaração que deve ser entregue em 2026.
Isso se deve ao fato de que a nova regra passará a valer apenas para rendimentos que forem recebidos a partir do ano de 2026. Assim, essa alteração no limite de isenção refletirá, na prática, apenas na declaração que será apresentada em 2027.
No momento, o limite oficial de isenção do Imposto de Renda permanece em R$ 2.428,80. A nova faixa de isenção começou a ter validade em maio, mas, considerando os ajustes aplicados, a isenção efetiva abrangerá rendimentos mensais de até R$ 3.036, o que corresponde a dois salários mínimos atualmente.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br

