O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou um aumento de 0,65% na terceira quadrissemana de maio de 2026, sinalizando uma desaceleração em comparação com a leitura anterior. Esse resultado fez com que o indicador acumulasse uma alta de 4,16% nos últimos 12 meses, refletindo a persistência das pressões inflacionárias que impactam o orçamento das famílias brasileiras, embora em um ritmo mais moderado durante o período analisado.
Desempenho Regional do IPC-S
Entre as sete capitais que foram analisadas neste levantamento, três mostraram uma redução em suas taxas de variação em comparação com os dados divulgados anteriormente. O comportamento dos preços foi heterogêneo entre as regiões estudadas, o que evidenciou diferenças nos fatores que influenciam a inflação local.
Análise por Capitais
Salvador se destacou com a maior variação de preços do período, registrando um aumento de 0,85%. Esse movimento foi principalmente impulsionado pelo aumento nos preços da tarifa de eletricidade residencial, que subiu 7,84%. O reajuste da energia elétrica teve um peso significativo na composição do índice da capital baiana, contribuindo para o aumento do custo de vida dos consumidores locais.
Por outro lado, Brasília apresentou a menor taxa de variação entre as capitais pesquisadas, com um avanço de apenas 0,42%. Esse resultado foi influenciado pelo comportamento do subitem passagem aérea, que teve uma elevação de 10,49%, impactando a composição do indicador na capital federal.
(fgv)
Fonte: br.-.com

