JP Morgan e o Conselho de Paz
Negociações em Andamento
O JP Morgan está atualmente em negociações para oferecer serviços bancários ao Conselho de Paz, uma entidade liderada pelos Estados Unidos e responsável pela reconstrução de Gaza. A informação foi divulgada pelo Financial Times na última quinta-feira, dia 19, por meio de fontes que estão a par das discussões.
Possíveis Serviços
Conforme reportado, o banco está considerando a possibilidade de facilitar pagamentos que envolvam o Conselho. No entanto, a Reuters não conseguiu confirmar imediatamente essas informações. Até o momento, tanto a Casa Branca quanto o JP Morgan não se pronunciaram em resposta aos pedidos de comentário feitos pela agência.
Tensões com Trump
A notícia publicada pelo Financial Times surge em um contexto de tensões entre Donald Trump e o JP Morgan. O banco e seu CEO, Jamie Dimon, estão enfrentando um processo judicial de US$ 5 bilhões movido por Trump no mês anterior. O ex-presidente acusa a instituição e Dimon de terem encerrado diversas contas suas e de suas empresas por razões políticas.
Primeira Reunião do Conselho
Trump está agendado para presidir a primeira reunião do Conselho de Paz ainda nesta quinta-feira, com participações esperadas de delegações de 47 países, além da União Europeia.
Origem do Conselho
A proposta de criação do Conselho de Paz foi apresentada por Trump em setembro de 2025. O órgão tem o objetivo de supervisionar a governança temporária de Gaza. Posteriormente, Trump afirmou que sua intenção era expandir a atuação do conselho para lidar com conflitos em várias partes do mundo. Essa iniciativa gerou repercussão, com especialistas avaliando que poderia representar um enfraquecimento da função tradicional das Nações Unidas nos assuntos internacionais.
Fonte: www.moneytimes.com.br


