Resultados Financeiros da Construtora Tenda no 3º Trimestre de 2025
A construtora Tenda (TEND3), reconhecida por seu foco em habitação popular, reportou um lucro líquido de R$ 111,7 milhões no terceiro trimestre de 2025. Este resultado representa um crescimento de 46,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior, conforme informações divulgadas em comunicado na noite da última quinta-feira, dia 6.
Desempenho Operacional
O desempenho operacional da empresa, medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, alcançou R$ 187 milhões entre julho e setembro de 2025. Este valor mostra um aumento de 24% em relação ao resultado do terceiro trimestre de 2024. A margem Ebitda ajustada permaneceu estável em 16,5%.
Receita Líquida
A construtora obteve uma receita líquida recorde de R$ 1,135 bilhão nos três meses finais de setembro. Este total representa um crescimento de 24,5% quando comparado ao mesmo período do ano anterior e um aumento de 14,5% em relação ao segundo trimestre de 2025, sendo este aumento atribuído ao "crescimento no volume de lançamento e vendas".
Lançamentos e Vendas
A empresa confirmou os números prévias já anunciados, contabilizando o lançamento de 12 empreendimentos entre julho e setembro, com um valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,48 bilhão. Embora tenha ocorrido uma queda de 27,1% em comparação ao mesmo trimestre de 2024, houve um aumento de 36,5% em relação ao segundo trimestre de 2025.
Em relação às vendas líquidas, a construtora totalizou R$ 1,09 bilhão, o que representa um declínio anual de 25%, mas um crescimento de 4,5% quando avaliado em relação ao trimestre anterior. A velocidade sobre a oferta líquida (VSO) foi registrada em 25,8%. Os distratos encerraram o terceiro trimestre de 2025 em R$ 136,2 milhões, o que corresponde a 11% das vendas brutas do período.
Situação da Dívida
A dívida líquida consolidada da Tenda ao final do terceiro trimestre de 2025 atingiu R$ 200 milhões, o que representa uma redução de 53,5% em relação ao ano anterior e uma queda de 36,4% quando comparado ao trimestre imediatamente anterior.
Fonte: www.moneytimes.com.br


