Atualização sobre o Conflito EUA-Israel e Irã
Na sexta-feira, o Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, abordou as preocupações relacionadas ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz devido à guerra com o Irã, que resultou em um aumento significativo nos preços do petróleo. Hegseth afirmou que essa situação não deve persistir por muito mais tempo, tanto para os EUA quanto para o restante do mundo.
Durante uma coletiva de imprensa no Pentágono, Hegseth declarou: “Estamos lidando com isso e não precisamos nos preocupar”. Ele também criticou relatos da mídia que sugeriam que o exército dos Estados Unidos não possuía um plano para reabrir o Estreito de Ormuz antes do início do conflito, enfatizando que havia, de fato, planos em elaboração.
Planos para Reabertura do Estreito
Nem Hegseth nem o Presidente do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, forneceram detalhes sobre como os Estados Unidos planejavam reabrir o estreito ao tráfego de petroleiros e outras embarcações. Na manhã de quinta-feira, o Secretário de Energia, Chris Wright, informou à CNBC que a Marinha dos EUA ainda não estava preparada para fazer a escolta de petroleiros através do estreito. Horas depois, o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou à Skyy News que a Marinha dos EUA, em colaboração com uma coalizão internacional, começaria a escoltar navios pelo estreito assim que isso se tornasse “militarmente possível”.
Quando questionado sobre a proximidade da reabertura do Estreito de Ormuz ao tráfego, Hegseth respondeu na sexta-feira: “A única coisa que proíbe a passagem no estreito neste momento é o Irã atirando nas embarcações”.
Implicações e Resposta dos EUA
Hegseth destacou que o Estreito de Ormuz é uma via que não deve ser contestada ou permanecer sem fluxo de mercadorias. Caine, ao ser questionado sobre a remoção de minas do estreito, que foram colocadas pelo Irã, mencionou: “Retemos uma gama de opções para resolver uma série de problemas”.
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Fonte: www.cnbc.com