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Renda e Mercado de Trabalho em 2025

Nem sempre um aumento na oferta de empregos resulta em melhores salários. Em 2025, alguns estados brasileiros, apesar de ampliarem o número de trabalhadores, figuram entre os últimos quando se trata de salário.

A Situação da Bahia

Um exemplo claro é o estado da Bahia. Conforme dados divulgados pelo IBGE, a Bahia registrou em 2025 o segundo pior rendimento médio do Brasil, com os trabalhadores recebendo, em média, cerca de R$ 2.284 por mês. Esse valor é apenas R$ 56 superior ao do Maranhão, que ocupa a última posição, com um rendimento mensal médio de R$ 2.228. O Ceará aparece em antepenúltimo lugar, com R$ 2.394.

Em comparação, o rendimento médio real habitual do trabalho no Brasil alcançou R$ 3.560 em 2025, o que representa:

  • 56% a mais do que o salário médio na Bahia;
  • 60% superior ao do Maranhão;
  • 49% acima do Ceará.

Crescimento no Mercado de Trabalho

Apesar dos baixos salários, a Bahia experimentou um crescimento em seu mercado de trabalho ao longo do ano de 2025. O número de ocupados no estado aumentou em 7 das 10 atividades econômicas examinadas pelo IBGE. Os setores que mais se destacaram nesse crescimento foram:

  • Comunicação (+89 mil trabalhadores);
  • Administração pública (+85 mil).

O índice de desocupação na Bahia ficou em 8,7% em 2025, marcando o menor nível da série histórica iniciada em 2012. No entanto, o estado permaneceu com a segunda maior taxa de desemprego do país, juntamente com Pernambuco, superando consideravelmente a média nacional, que é de 5,6%.

Outro dado relevante é a alta taxa de informalidade: 8 em cada 10 novas vagas criadas entre 2024 e 2025 na Bahia são informais.

Maiores Salários no Brasil

No extremo oposto, o Distrito Federal (DF) destacou-se em 2025 como a unidade da federação que apresentou o melhor salário do país, com um valor médio de R$ 6.320.

As melhores remunerações, além do DF, também foram observadas em São Paulo e Rio de Janeiro, com salários médios de R$ 4.190 e R$ 4.177, respectivamente.

Nos respectivos estados, as taxas de desocupação no fim do ano passado foram as seguintes:

  • São Paulo: 5%;
  • Distrito Federal: 7,5%;
  • Rio de Janeiro: 7,6%.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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