PSD confirma Caiado como candidato à Presidência; ex-governador de Goiás busca posição como ‘terceira via’

Oficialização da Candidatura

O PSD anunciou, na manhã deste domingo (26), a candidatura de Ronaldo Caiado à presidência da República. Gilberto Kassab, presidente nacional do partido, foi confirmado como candidato a vice na chapa.

Convenção do Partido

Durante a convenção que aconteceu na sede do partido em São Paulo, o ex-governador de Goiás enfatizou a estratégia de se posicionar como uma terceira via. Ele criticou tanto Lula (PT) quanto Flávio Bolsonaro (PL), que lideram as pesquisas de intenção de voto, alegando que ambos utilizam agressões para desviar a atenção dos principais problemas enfrentados pelo Brasil.

“Eu não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou todos aqueles que achavam que podiam calar o país e que não haveria mais nenhum candidato fora da polarização”, declarou Caiado.

Além disso, o candidato afirmou: “O atual presidente [Lula] quer, de toda maneira, provocar o presidente dos Estados Unidos [Donald Trump]. Do outro lado, as mesmas agressões estão acontecendo, insultando autoridades.”

Histórico Político de Caiado

Esta será a segunda vez que Caiado compete pela presidência. Em 1989, ele terminou a eleição em 10º lugar. Ao longo da sua trajetória política, ocupou os cargos de deputado federal, senador e governador de Goiás por dois mandatos.

Críticas à Competição Política

Recentemente, em uma entrevista ao Money Times, Ronaldo Caiado expressou convicção de que seus principais adversários na corrida eleitoral tentam obter vantagens políticas para a eleição de 2026, utilizando um novo tarifaço dos Estados Unidos em relação a produtos brasileiros.

Segundo Caiado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta criar no Brasil um clima de hostilidade semelhante ao que ocorreu em relação a Donald Trump, o que teria garantido a reeleição dos líderes em países como Canadá e Austrália.

Do outro lado, Flávio Bolsonaro (PL), conforme menciona o ex-governador de Goiás, teria se movimentado para postergar a taxação americana para 2027, ano em que espera se candidatar à presidência do Brasil. Confira a entrevista aqui.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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