Relatório da CPMI do INSS poderá conter mais de 200 solicitações de indiciamento, incluindo Lulinha.

Relatório da CPMI do INSS poderá conter mais de 200 solicitações de indiciamento, incluindo Lulinha.

by Ricardo Almeida
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CPMI do INSS e o Supremo Tribunal Federal

Caso o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decida reverter a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, a comissão deverá levar os trabalhos até o limite. O plano B, em caso de derrota na Corte, consiste em ler o parecer final do relator, Alfredo Gaspar (União-AL), nesta sexta-feira (27) e votar o texto em uma sessão extraordinária no sábado (28), que é o último dia de funcionamento do colegiado.

Detalhes do Relatório

O relatório de Gaspar contém mais de 5 mil páginas e agrega aproximadamente 220 pedidos de indiciamento. O relator afirmou que está avaliando a possibilidade de incluir Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, entre os indiciados, que já somam mais de duzentos nomes.

Esforços para Aprovar um Relatório de Consenso

O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), está se empenhando para aprovar um relatório de consenso entre governo e oposição. A intenção é evitar uma derrota na votação do parecer no sábado, caso a prorrogação não seja aprovada.

As atenções voltam-se para o julgamento no STF, que está previsto para começar na tarde desta quinta-feira, 26.

Posicionamento sobre o Julgamento

Gaspar declarou: “Se prevalecer a vontade do governo federal, se prevalecer a vontade de Lula para encerrar as investigações porque, entre vários fatos, o filho dele está sendo citado, haverá a derrubada da decisão do ministro André”. Ele continuou: “Se prevalecer a Constituição e a necessidade de aprofundarmos as investigações, a decisão será mantida.”

Expectativas em Relação ao STF

Ministros e assessores do STF afirmam que a tendência é que a maioria dos dez integrantes atuais da Corte vote pela derrubada da decisão do ministro André Mendonça, que é o relator do pedido de adiamento solicitado pela CPMI.

Na segunda-feira (23), Mendonça determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), recebesse, em um prazo de 48 horas, o requerimento com as assinaturas necessárias para a extensão do prazo, realizasse a leitura do documento e prorrogasse a CPMI.

Fonte: www.moneytimes.com.br

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