S&P Aumenta Classificação de Crédito para B-

S&P Aumenta Classificação de Crédito para B-

by Ricardo Almeida
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Avaliação da Azul pela Standard & Poor’s

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) anunciou, nesta quinta-feira, a elevação da recomendação de crédito da companhia aérea Azul (AZUL53) para B-, mantendo-a ainda em grau especulativo. A perspectiva atribuída à classificação foi definida como estável.

Motivos da Elevação da Classificação

A melhoria na nota da Azul foi motivada pela conclusão de sua reestruturação financeira, que ocorreu no âmbito do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos. A empresa conseguiu reduzir sua dívida em aproximadamente US$ 1,1 bilhão, além de diminuir as obrigações relacionadas ao leasing em cerca de US$ 1 bilhão, resultando em um corte de 40% na dívida bruta ajustada, conforme comunicado da S&P.

Expectativas da S&P

De acordo com a S&P, a expectativa é que a alavancagem financeira, medida pela relação entre dívida e Ebitda, se mantenha entre 3 e 3,5 vezes neste ano, em comparação a mais de 6 vezes para os anos de 2024 e 2025. A agência ressaltou que a perspectiva estável reflete sua previsão de “continuação de uma sólida performance operacional” e de uma estrutura de capital mais leve, além de alavancagem controlada.

Números Financeiros da Azul

No que se refere aos resultados financeiros, em dezembro, a companhia aérea registrou uma receita líquida total de R$ 2,09 bilhões. O resultado operacional ajustado, que exclui itens extraordinários e não recorrentes, especialmente os vinculados à reestruturação, alcançou R$ 546,4 milhões. A margem operacional foi calculada em 26,2%.

O Ebitda ajustado, que diz respeito ao lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, totalizou R$ 801,9 milhões, apresentando uma margem Ebitda ajustada de 38,5%.

Liquidez e Contas a Receber

Ao final de dezembro do ano anterior, a Azul possuía um montante de R$ 1,01 bilhão em caixa e equivalentes de caixa, além de aplicações financeiras de curto prazo. As contas a receber na companhia somavam R$ 2,72 bilhões.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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