Desempenho das Vendas da Cyrela
As vendas sem permuta da Cyrela (código CYRE3) encerraram o segundo trimestre de 2026 apresentando um aumento de 14% em comparação ao mesmo período do ano anterior. O total de vendas atingiu R$ 2,2 bilhões, conforme informações divulgadas pela empresa em um documento enviado ao mercado nesta segunda-feira, dia 13.
Acumulado do Primeiro Semestre
No acumulado do primeiro semestre, as vendas cresceram 9%, alcançando R$ 4,7 bilhões. Esse desempenho reflete um aumento significativo nas transações e na recuperação do setor imobiliário.
Composição das Vendas Líquidas
Das vendas líquidas registradas no segundo trimestre, R$ 278 milhões foram referentes à comercialização de estoque pronto, o que corresponde a 11% do total. Além disso, R$ 1,053 bilhão foram obtidos com a venda de estoque em construção, representando 41% do total, enquanto R$ 1,231 bilhão se referem à venda de lançamentos, que corresponde a 48%.
Velocidade de Vendas
Com esses resultados, a Cyrela alcançou uma velocidade de vendas (VSO, Venda Sobre Oferta) de lançamentos de 32%. Isso indica uma boa aceitação dos novos produtos ofertados no mercado por parte dos consumidores.
Lançamentos Imobiliários
No segundo trimestre, a companhia lançou um total de 20 empreendimentos, que geraram um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 3,84 bilhões, excluindo as permutas. Essa volume representa um aumento expressivo de 120% em relação ao primeiro trimestre de 2026, evidenciando uma forte movimentação da empresa no mercado.
Comparativo de VGV
O VGV dos lançamentos no período totalizou R$ 3,84 bilhões, o que representa um incremento de 34% em comparação ao mesmo período do ano passado. Esses números demonstram não apenas a capacidade da Cyrela de lançar novos projetos, mas também a resiliência do setor frente aos desafios econômicos enfrentados.
A análise dos resultados da empresa reforça a importância de acompanhar o desempenho dos lançamentos e das vendas, fatores cruciais para a evolução e saúde financeira de companhias do setor imobiliário.
Fonte: www.moneytimes.com.br