Vice-presidente do Fed afirma que o mercado de trabalho dos EUA está se deteriorando e pode enfrentar dificuldades.

Vice-presidente do Fed afirma que o mercado de trabalho dos EUA está se deteriorando e pode enfrentar dificuldades.

by Ricardo Almeida
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Perspectivas Econômicas nos Estados Unidos

Comentário de Philip Jefferson

O vice-presidente do Federal Reserve, Philip Jefferson, declarou na segunda-feira, dia 29, que espera que o crescimento econômico nos Estados Unidos mantenha um ritmo em torno de 1,5% até o final do ano. Ele alertou para um possível estresse no mercado de trabalho, caso não haja o devido apoio por parte do banco central.

Reunião de Política Monetária

Durante uma conferência promovida pelo Banco da Finlândia em Helsinque, Jefferson expressou seu apoio a uma redução de 0,25 ponto percentual na reunião de política monetária do Fed, que ocorrerá nos dias 16 e 17 de setembro. Essa medida visa equilibrar o risco de uma inflação persistente, que está acima da meta, com as ameaças crescentes percebidas no mercado de trabalho.

Jefferson relatou: “O mercado de trabalho está se abrandando, o que sugere que, se não for apoiado, poderá sofrer estresse.” Ele também indicou que acredita que a inflação começará a convergir para a meta de 2% estabelecida pelo Fed após este ano.

Incertezas Econômicas

Philip Jefferson discutiu ainda como os impactos das tarifas comerciais, da imigração e de outras políticas implementadas pelo governo do ex-presidente Donald Trump continuam a se desenrolar. Ele enfatizou: “Considero a incerteza em torno de minha perspectiva básica especialmente alta, principalmente devido às novas políticas que estão sendo introduzidas pelo atual governo dos EUA e seus efeitos sobre o emprego e a inflação.”

Embora a influência das tarifas sobre a inflação e outros setores da economia tenha sido inferior ao que alguns especialistas previam, Jefferson anticipou que esses efeitos “se manifestarão ainda mais nos próximos meses”.

Taxa de Juros do Fed

O Federal Reserve recentemente reduziu sua taxa de juros de referência para a faixa entre 4% e 4,25% na última reunião, que marca a primeira alteração desde dezembro. De acordo com as projeções divulgadas após essa reunião, os formuladores de políticas do banco central preveem mais dois cortes durante o restante do ano.

Fonte: www.moneytimes.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

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