Volkswagen Anuncia Recall de 117.798 Veículos no Brasil
A Volkswagen divulgou a convocação para recall de 117.798 automóveis no Brasil, abrangendo cinco modelos distintos fabricados pela montadora alemã. Essa medida visa à correção de um problema identificado no software de partida, que pode comprometer o funcionamento do painel de instrumentos, afetando a precisão de informações como a velocidade, o nível de combustível e os dados do computador de bordo.
A empresa ressaltou que a falha pode aumentar os riscos de acidentes, implicando em danos físicos tanto para os ocupantes do veículo quanto para terceiros.
Modelos Envolvidos no Recall da Volkswagen
Os modelos convocados para o recall foram fabricados no período entre 2021 e 2025. A seguir, estão os detalhes dos veículos afetados:
- Polo: ano/modelo de 2024 a 2026 — chassis de RT644253 a TT640545
- Virtus: ano/modelo de 2025 a 2026 — chassis de SP003983 a TP007094 e de T4000003 a T4900204
- Nivus: ano/modelo de 2021 a 2026 — chassis de MP012178 a TP030164
- T‑Cross: ano/modelo de 2022 a 2026 — chassis de N4046494 a T4047371
- Tera: ano/modelo 2026 — chassis de TT300001 a TT900104
O Que Fazer se o Seu Carro Está no Recall?
Para os motoristas que possuem um dos modelos mencionados, a Volkswagen disponibiliza informações para a confirmação da inclusão na campanha de recall. Os proprietários podem verificar a situação de seus veículos na seção de recalls do site oficial da marca ou entrar em contato por meio do telefone 0800 019 8866, com ligação gratuita.
A fabricante também informou que irá enviar cartas aos proprietários dos veículos convocados, contendo as devidas orientações para o agendamento da inspeção nas concessionárias autorizadas. Se necessário, os automóveis passarão por uma atualização do software do sistema.
Os serviços de reparo terão início no dia 11 de maio, um próximo segunda-feira, com uma duração estimada de até duas horas. Vale destacar que o serviço será realizado sem custos para os proprietários dos veículos.
*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.
Fonte: www.moneytimes.com.br