Michael Jackson e o Cinema
Michael Jackson pode ser amplamente reconhecido como o Rei do Pop, no entanto, o sucesso do novo filme do Mario parece ter um impacto maior nas bilheteiras do que o rei da música. O filme baseado na famosa franquia de jogos, Super Mario Galaxy, foi o primeiro longa-metragem a atingir a impressionante marca de US$ 1 bilhão em arrecadações globais em 2026.
Inicialmente, a expectativa recaiu sobre a cinebiografia de Michael Jackson para alcançar este feito, mas até o momento, essa produção conseguiu reunir “apenas” US$ 888 milhões em receita.
Mario: Bilhões de Dólares para Universal e Nintendo
Super Mario Galaxy estreou em abril deste ano, e os estúdios envolvidos na produção têm motivos para celebrar, além do entusiasmo dos fãs. O orçamento do filme foi estimado em US$ 110 milhões, um montante considerado relativamente baixo para uma animação de grande porte. Produzido em colaboração entre a Universal, Illumination e Nintendo, o filme rapidamente se consolidou como um dos lançamentos mais lucrativos do ano.
O sucesso da produção destaca o potencial da franquia nos cinemas. Seu antecessor, Super Mario Bros. – O Filme (2023), obteve uma arrecadação mundial de quase US$ 1,4 bilhão.
A História do Novo Filme do Encanador Italiano
No enredo de Super Mario Galaxy, após salvarem o Reino do Cogumelo em Super Mario Bros. – O Filme, Mario e Luigi são exaltados como heróis — ao menos por um período. No entanto, uma nova e ameaçadora situação surge quando Bowser Jr., o filho do vilão Bowser, sequestra Rosalina, a guardiã cósmica que possui poderes fundamentais para manter o equilíbrio do universo.
Diante desse novo desafio, Mario, Luigi, Peach e seus aliados iniciam uma jornada através de planetas e galáxias, enfrentando obstáculos cósmicos e inimigos perigosos. No decorrer da missão, eles se empenham não apenas em resgatar Rosalina, mas também em frustrar os planos de Bowser Jr., que almeja utilizar o poder da guardiã para destruir mundos e restabelecer o império de seu pai.
*Sob supervisão de Renan Dantas.
Fonte: www.moneytimes.com.br

