Confira o Radar do Mercado:
Raízen (RAIZ4) tem prejuízo líquido de R$ 7,3 bi no 4° tri da safra 2025/26
A Raízen (RAIZ4) registrou um prejuízo líquido de R$ 7,3 bilhões no quarto trimestre da safra 2025/26. Esse resultado representa uma ampliação significativa em comparação ao prejuízo de R$ 2,5 bilhões verificado no mesmo período da safra anterior.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado alcançou a cifra de R$ 2,8 bilhões, o que demonstra um crescimento de 46% em relação ao mesmo período da safra anterior.
Apesar do aumento no Ebitda, a receita líquida da companhia ficou estabelecida em R$ 51,3 bilhões, indicando uma redução de 11,1% em comparação ao período correspondente do ano anterior.
OranjeBTC (OBTC3) compra R$ 25,3 milhões em bitcoin (BTC) e fortalece caixa em meio a queda de preços
A OranjeBTC (OBTC3) informou ao mercado sobre a aquisição de 74 bitcoins (BTC) no intervalo entre os dias 22 e 28 de junho de 2026. Esta movimentação faz parte de sua estratégia de alocação de capital, que tem foco na criptomoeda.
O valor total do investimento foi de aproximadamente R$ 25,3 milhões, resultando em um preço médio de R$ 342 mil por unidade, o que equivale a cerca de US$ 66,2 mil. Vale destacar que o preço do BTC estava acima do valor à vista da criptomoeda, que gira em torno de US$ 59 mil.
Braskem (BRKM5) é rebaixada pela Fitch e pela S&P
A situação financeira da Braskem (BRKM5) sofreu um novo revés na última segunda-feira (29). Após a Justiça ter concedido à petroquímica uma proteção cautelar de 60 dias contra a execução de dívidas financeiras, as agências Fitch Ratings e S&P Global decidiram rebaixar a classificação de crédito da empresa para níveis que refletem um risco extremo de inadimplência.
Conforme o anúncio, a Fitch alterou o rating de emissor da Braskem de CC para C na escala global, e na escala nacional de CC(bra) para C(bra). A S&P Global foi mais incisiva e rebaixou a nota de longo prazo para D, uma classificação que corresponde a empresas consideradas em situação de default, especialmente após a obtenção da proteção judicial contra credores.
Essas decisões refletem a avaliação das agências de que houve uma deterioração significativa na capacidade da Braskem de honrar seus compromissos financeiros.
Energisa (ENGI11) fecha acordo com Itaú para aporte de R$ 1,4 bilhão em holding de energia
A Energisa (ENGI11) anunciou ao mercado a formalização de um acordo de investimento com o Itaú, que irá tornar o banco um investidor minoritário na holding Denerge.
A transação prevê um aporte de R$ 1,4 bilhão por parte do Itaú, o que corresponde a 9,98% do capital social da empresa. Este movimento está alinhado com os interesses da Energisa em capitalizar a Denerge e melhorar a estrutura societária do grupo.
O aporte será realizado por meio de um aumento de capital, no qual o Itaú adquiriu ações preferenciais da holding que foram emitidas nesse contexto, proporcionando um influxo de recursos para a companhia.
*Com supervisão de Juliana Américo
Fonte: www.moneytimes.com.br

