Banco BMG Reporta Lucro Recorrente
O Banco BMG (código BMGB4) divulgou, na última terça-feira, um lucro líquido recorrente de R$ 147 milhões, representando uma elevação de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este resultado foi influenciado pela melhoria na rentabilidade e pela queda da inadimplência em comparação anual.
Indicadores de Rentabilidade
O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) alcançou 15,3%, uma progressão em relação aos 12,1% registrados um ano atrás. O presidente-executivo da instituição, Felix Cardamone, enfatizou a relevância dessa métrica em um comunicado à imprensa que acompanhou a divulgação dos resultados trimestrais.
Cardamone declarou: “Alcançamos uma evolução histórica no nosso retorno, seguimos provando que nossa premissa de buscar rentabilidade com responsabilidade é acertada”. Ele ressaltou que o banco se tornou mais digital e rentável, refletindo a mudança no mix da carteira e a melhoria na qualidade dos ativos.
Carteira de Crédito
Ao final do primeiro trimestre, a carteira de crédito do Banco BMG totalizou R$ 24 bilhões, representando uma retração de 10,2% em relação ao mesmo período de 2025. A instituição atribui essa redução a alterações no mix da carteira e ao foco em ativos de maior rentabilidade.
Inadimplência
O índice de inadimplência acima de 90 dias foi de 3,7%, apresentando uma diminuição de 0,4 ponto percentual. Quando comparado ao último trimestre do ano anterior, o crescimento da carteira de crédito foi de 3,9%, enquanto a inadimplência registrou um aumento de 0,2 pontos.
Originação de Crédito
A originação de crédito realizada por meio da autocontratação alcançou 48% do volume total de originação de produtos, somando R$ 1,3 bilhão no trimestre, uma alta de 61% em relação ao ano anterior.
Margem Financeira
O balanço da instituição também indicou um crescimento de 10,1% na margem financeira, após o custo do crédito, totalizando R$ 853 milhões.
Eficiência Operacional
O índice de eficiência do banco ao final do trimestre foi de 52,5%, enquanto o índice de Basileia ficou em 12,9%.
Fonte: www.moneytimes.com.br
