Banco de Brasília (BRB) Reafirma Situação Patrimonial
Nesta segunda-feira, 19, o Banco de Brasília (BRB) esclareceu que não enfrenta uma insuficiência patrimonial e que possui total capacidade de recompor seu capital caso eventuais prejuízos se confirmem. A instituição informou que dispõe de um plano de capital para cenários de estresse, o qual ainda não foi ativado.
Esclarecimento Sobre Comunicações do Banco Central
O BRB também negou ter recebido qualquer tipo de comunicação ou determinação específica do Banco Central ou de outro órgão regulador que exigisse um aporte de capital. Essa declaração se segue a informações divulgadas pelo colunista Lauro Jardim, do O Globo, que mencionou ter havido uma carta enviada pelo Banco Central ao BRB, indicando a constatação de insuficiência patrimonial, atribuída a transações financeiras com o Master, além de solicitar a capitalização da instituição controlada pelo governo do Distrito Federal.
Possível Aporte do Governo do DF
Na semana anterior a essa declaração, o banco havia admitido a possibilidade de um aporte do governo do Distrito Federal. “Caso seja confirmado um possível prejuízo, o BRB já possui um plano de capital que inclui, entre outras alternativas, um aporte direto do controlador, que já manifestou essa possibilidade, ou outros mecanismos que permitam a recomposição do capital da instituição”, afirmou a entidade.
Histórico de Transações no Setor Financeiro
Durante uma acareação no final do ano passado no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente do banco estatal, Paulo Henrique Costa, revelou que a instituição não conseguiu recuperar aproximadamente R$ 2 bilhões que foram aportados em um banco de Vorcaro antes que o Banco Central decretasse a liquidação extrajudicial da instituição privada, o que ocorreu em novembro.
Oferta de Compra e Análise de Rombo
O BRB tentara adquirir uma parte do Master em março do ano passado, entretanto, a proposta foi negada pelo Banco Central em setembro. Atualmente, o banco estatal informa que o valor do rombo financeiro está sendo analisado tanto pelo Banco Central quanto por uma auditoria independente.
*Com Estadão Conteúdo
Fonte: www.moneytimes.com.br


