BTG garante R$ 732 milhões em operações e se torna exclusivo em Paranaguá

BTG garante R$ 732 milhões em operações e se torna exclusivo em Paranaguá

by Fernanda Lima
0 comentários

Investimento no Porto de Paranaguá

A BTG Pactual Commodities alocará um montante de R$ 732,3 milhões provenientes de três das maiores tradings agrícolas do Brasil para a construção da primeira etapa do Píer T, localizado no Porto de Paranaguá. A Amaggi e a Louis Dreyfus serão responsáveis pelo pagamento de R$ 377,9 milhões diretamente à empresa, enquanto a Cargill já havia se comprometido a um repasse de R$ 354,4 milhões.

Transferência de Recursos

Os recursos financeiros serão transferidos em cinco parcelas que serão depositadas em uma conta da BTG Commodities no Banco BTG Pactual. Esse valor estará vinculado à execução das obras, refletindo as obrigações de investimento que as tradings assumiram nos arrendamentos dos terminais PAR25 e PAR15.

Detalhes da Construção

O BTG Pactual, vencedor do leilão referente ao terminal PAR14, assumirá a responsabilidade pela construção antecipada da infraestrutura compartilhada do píer. A conclusão da primeira fase está prevista para ocorrer dentro de um período de até 36 meses, com o objetivo de aumentar a capacidade do corredor de exportação de granéis vegetais do porto.

Como parte do acordo, o BTG terá exclusividade operacional por um período de oito anos no berço interno dessa etapa da obra. Durante esse intervalo, somente terminais que forem autorizados ou indicados pela companhia poderão operar na localidade. Caso a construção seja finalizada antes do prazo estipulado, o tempo economizado será acrescentado à duração da exclusividade.

Riscos e Responsabilidades

O acordo também implica na transferência de riscos para o BTG. A empresa assumirá a responsabilidade por R$ 88,9 milhões que eram originalmente atribuídos à Portos do Paraná, além de possíveis sobrecustos e atrasos que possam ocorrer durante a execução da obra, sendo que não terá direito a qualquer reequilíbrio financeiro devido a essas circunstâncias. Se o custo da obra ficar abaixo do previsto, a economia gerada deverá ser devolvida à autoridade portuária.

Validação do Projeto

O projeto de engenharia já obteve a aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU). Em maio, o tribunal autorizou a execução antecipada da obra e recomendou que a Portos do Paraná validasse tecnicamente o projeto e o respectivo orçamento. Em junho, o TCU considerou razoável a exclusividade concedida ao BTG, levando em conta os riscos que a empresa irá assumir.

Fonte: veja.abril.com.br

As informações apresentadas neste artigo têm caráter educativo e informativo. Não constituem recomendação de compra, venda ou manutenção de ativos financeiros. O mercado de capitais envolve riscos e cada investidor deve avaliar cuidadosamente seus objetivos, perfil e tolerância ao risco antes de tomar decisões. Sempre consulte profissionais qualificados antes de realizar qualquer investimento.

Você pode se interessar

Utilizamos cookies para melhorar sua experiência de navegação, personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Ao continuar navegando em nosso site, você concorda com o uso de cookies conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Você pode alterar suas preferências a qualquer momento nas configurações do seu navegador. Aceitar Leia Mais

Privacy & Cookies Policy