Finnair, a companhia aérea finlandesa, adquire 46 aeronaves da Embraer.

Acordo entre Finnair e Embraer

A Finnair, companhia aérea originária da Finlândia, firmou um acordo com a Embraer para a aquisição de até 46 aeronaves do modelo E195-E2. A informação foi divulgada em um comunicado enviado ao mercado nesta segunda-feira, dia 23.

Detalhes do Acordo

O contrato inclui 18 pedidos firmes, além de 16 opções e 12 direitos de compra. As entregas das aeronaves estão previstas para iniciar no segundo semestre de 2027 e a encomenda será incorporada à carteira de pedidos da Embraer no primeiro trimestre de 2026.

Objetivos da Finnair

O modelo E195-E2 será utilizado para substituir a frota mais antiga da Finnair, alinhando-se à estratégia da companhia de expandir suas operações com rentabilidade. Este modelo foi selecionado por sua eficiência e confiabilidade, além de proporcionar uma excelente experiência aos passageiros. O E2 é considerado o jato de corredor único mais silencioso disponível no mercado—apresentando uma economia de combustível de até 35% em comparação à geração anterior, os E190 que atualmente estão em operação pela Finnair.

Conforto e Sustentabilidade

Com uma cabine que se destaca pela silenciosidade e uma configuração que elimina os assentos do meio, o E195-E2 reforça o compromisso sustentável da Finnair, ao mesmo tempo que melhora a experiência dos passageiros. Turkka Kuusisto, CEO da Finnair, afirmou: “O E2 nos permitirá fortalecer nossa malha na Europa e aproveitar novas oportunidades de crescimento no mercado. Além disso, poderemos aumentar nossa competitividade, oferecendo mais confiabilidade e versatilidade, enquanto proporcionamos uma experiência superior aos passageiros.”

Opinião da Embraer

Por sua vez, Arjan Meijer, presidente e CEO da Embraer para aviação comercial, expressou a satisfação da empresa com a venda das aeronaves para a Finnair. Ele ressaltou que “a combinação única de eficiência, conforto e confiabilidade do E195-E2 oferece benefícios significativos, como menor consumo de combustível, menores emissões de CO₂ e uma eficiência operacional superior.”

Fonte: veja.abril.com.br

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