INPC de janeiro registra alta de 0,39%: Aumento significativo nos preços não alimentícios.

Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em Janeiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrou um aumento de 0,39% em janeiro, representando uma variação de 0,18 ponto percentual acima do resultado observado em dezembro, quando o índice havia avançado 0,21%. No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador atingiu 4,30%, superando os 3,90% registrados nos 12 meses anteriores. É importante destacar que, em janeiro de 2025, a variação havia sido de 0,00%.

Composição do Índice

A análise da composição do índice revelou uma desaceleração nos preços dos produtos alimentícios, cuja variação caiu de 0,28% em dezembro para 0,14% em janeiro. Em contrapartida, os preços dos itens não alimentícios apresentaram uma aceleração significativa, passando de 0,19% para 0,47% no mesmo período. Esse aumento nos preços não alimentícios gerou uma pressão considerável sobre o resultado geral do indicador no início do ano.

Análise Regional do INPC

Na segmentação regional, a maior variação do INPC em janeiro foi observada em Rio Branco, com um aumento de 0,76%. Esse crescimento foi influenciado, em grande parte, pelo avanço da energia elétrica residencial, que subiu 5,34%, além do aumento de 1,78% nos artigos de higiene pessoal. Por outro lado, a menor variação foi registrada em Recife, onde o índice subiu apenas 0,17%. Em Recife, a queda na energia elétrica residencial foi determinante, com uma redução de 3,85%, assim como a diminuição de 19,31% nos preços de transporte por aplicativo.

Methodologia de Cálculo

O cálculo do índice referente a janeiro baseou-se na comparação dos preços coletados entre 30 de dezembro de 2025 e 29 de janeiro de 2026, com aqueles que estavam em vigor entre 29 de novembro e 29 de dezembro de 2025, estes últimos considerados como a base do estudo.

Informações Gerais sobre o INPC

O INPC é uma medida calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desde 1979. Este índice avalia a variação do custo de vida das famílias que possuem rendimento monetário mensal de um a cinco salários mínimos, em que o chefe da família é um trabalhador assalariado. O indicador abrange, além das dez regiões metropolitanas do Brasil, os municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.

(IBGE)

Siga-nos nas redes sociais

Fonte: br.-.com

Related posts

Dívida pública transforma-se: Tesouro intensifica dependência da Selic e enfrenta redução na demanda por títulos de longo prazo.

Tarifaço pode impactar juros e custos na construção civil, alerta CBIC – Times Brasil

Brasil Soberano III: compreenda o plano para os impactados pelo aumento de tarifas e conflitos.

Utilizamos cookies para melhorar sua experiência de navegação, personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Ao continuar navegando em nosso site, você concorda com o uso de cookies conforme descrito em nossa Política de Privacidade. Você pode alterar suas preferências a qualquer momento nas configurações do seu navegador. Leia Mais