Críticas de Trump ao Acordo de Energia Limpa
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou descontentamento em relação a um acordo de energia limpa celebrado entre o Reino Unido e o governador da Califórnia, Gavin Newsom. A crítica ocorreu horas após a assinatura do pacto na segunda-feira, conforme relatado pelo site Politico.
Comentários de Trump
Em entrevista ao veículo, Trump classificou a iniciativa como “inadequada” e questionou o porquê da Grã-Bretanha estabelecer negociações com um governador que se identifica como democrata. O presidente, membro do Partido Republicano, também se referiu a Newsom como um “perdedor”, argumentando que “seu estado foi para o inferno e seu trabalho ambiental é um desastre”.
Newsom é um crítico frequente de Trump e já manifestou publicamente seu interesse em concorrer à indicação democrata para a presidência em 2028.
O Acordo Energético
O pacto assinado por Newsom e o secretário de Energia britânico, Ed Miliband, compromete-se a promover a cooperação em tecnologias de energia limpa, como a energia eólica offshore. Além disso, o acordo visa expandir o acesso de companhias britânicas ao mercado californiano.
Reação de Newsom
Em resposta às críticas de Trump, um porta-voz de Newsom declarou em um email que “Donald Trump está de joelhos para o carvão e as grandes petrolíferas, vendendo o futuro dos Estados Unidos para a China”. O porta-voz acrescentou que “o governador Newsom continuará a liderar na sua ausência. Líderes estrangeiros estão rejeitando Trump e escolhendo a visão da Califórnia para o futuro”.
Medidas de Trump na Indústria de Petróleo
Recentemente, Trump fez um convite à indústria de petróleo e gás, solicitando sugestões de áreas no sul e no centro da Califórnia para a possível venda de concessões de petróleo e gás offshore, com o plano de execução para o próximo ano. Esta proposta foi condenada tanto por Newsom quanto por diversos grupos ambientalistas, que consideram essa ação uma ameaça para os ecossistemas do estado.
Impedimento em Davos
Em janeiro, Newsom enfrentou restrições ao seu direito de se pronunciar dentro do espaço oficial dos Estados Unidos no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. O governador atribuiu essa proibição à Casa Branca.
Fonte: www.moneytimes.com.br


